O diretor francês Pascal Laugier fez outra, de várias tentativas, de criar um sucesso no gênero de terror. A Casa do Medo traz alguns dos elementos que compõem uma boa base criativa e ainda é co-estrelado por Mylene Farmer.

Depois de você pensar que era seguro se mudar para uma casa de campo isolada, cheia de assustadoras bonecas antigas, insetos mortos e muito papel de parede floral, chega A Casa do Medo. Sua visão violentamente distorcida do conto carregado de suspense e horror te faz ficar na dúvida se a produção é mesmo boa ou não.

O filme em si é tenso – embora um tanto cafona – e mostra mais uma vez duas jovens sujeitas a todos os tipos de abuso real e imaginário. Por que isso acontece, ainda não está claro, embora Laugier faça alguns movimentos narrativos para tornar isso mais interessante do que deveria ser.

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Ainda assim, A Casa do Medo não é para os fracos de coração nem para as mentes afiadas. É algo mediano, que transita ali entre as produções que teriam grande potencial se fossem bem trabalhadas.

Seguindo os passos dos colegas franceses Alexandre Aja ( Alta Tensão ), David Moreau e Xavier Palud ( Eles ), e Alexandre Bustillo ( Dentro ), Laugier aborda o bem vestido cenário dentro de casa com uma quantidade considerável de carnificina, perdendo irmãs adolescentes Beth ( Emilia Jones) e Vera (Taylor Hickson) como eles se mudam para o boondocks com sua mãe solteira, Pauline (estrela pop gaulesa Mylene Farmer).

Com notícias de assassinatos na região, e um caminhão de doces extremamente ameaçador vagando pelo bairro, não demorou muito para que as irmãs adolescentes Beth (Emilia Jones) e Vera (Taylor Hickson) fossem vítimas de um ataque prolongado e cruel logo em sua casa.

A Casa Do Medo dá aquele nó no estômago por conta de seu teor pesado

Depois que sua mãe é brutalmente sacrificada na mesa da cozinha, Beth e Vera. No entanto, o psicopata as sujeita a uma série de punições cruéis.

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Mas, espere! Foi tudo apenas um pesadelo? Isso é o que somos levados a acreditar quando Beth (Crystal Reed) acorda gritando uma década ou mais depois em Chicago. Não só ela é uma mãe feliz e casada, mas também é uma autora macabra de sucesso. Seu último livro, intitulado “Incidente em uma Terra Fantasma”, detalha o incidente visto no início do filme. Assim que isso fica claro, ela recebe uma ligação aterrorizante de sua irmã, Vera (Anastasia Phillips), que ainda mora naquela casa assombrada, o que leva Beth a voltar e visitar a fonte de seu trauma.

Outra grande reviravolta ainda está reservada, com Laugier pulando entre o passado e o presente, o sonho e a realidade. Isso tudo para continuar surpreendendo o espectador. A estrutura parece bastante nova para um festival de suspense do tipo B, como em Amityville. Mas logo é superada pela ladainha de cenas torturantes que o diretor acumula uma após a outra.

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A Casa do Medo parece obcecado com a ideia de fazer as mulheres jovens sofrerem. Nesse caso, Laugier aborda Beth e Vera ao sadismo pedófilo do louco. Esse caso inclui vestí-las como bonecas, acariciá-las, cheirar suas vaginas para ver se estão menstruadas, depois espancá-las violentamente e estuprá-las no chão. É tudo muito doloroso para se ver, com cada cena provocada por uma tensão máxima no estômago.

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