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A Fita Cassete, é o mais novo filme da Netflix, com Gemma Brooke Allen e Julie Bowen no elenco principal. Mas será que vale a pena assistir?

Enredo

De volta ao fim de ano de 1999, o filme apresenta Beverly Moody (Gemma Brooke Allen), uma órfã de 12 anos que mora com sua avó Gail (Julie Bowen).

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Ela não sabe muito sobre sua mãe, mas tudo muda quando ela encontra uma fita quebrada que foi gravada por seus pais quando eles ainda eram adolescentes. Determinada a descobrir quais músicas faziam parte da fita e, assim, descobrir mais sobre como seus pais eram, contará com a ajuda de duas colegas.

O filme é bastante nostálgico e, apesar de não ser o típico filme de Natal, usa as comemorações de fim de ano como plano de fundo e acaba se apoiando em seu clima de corações quentinhos para criar uma narrativa doce e cheia de esperança.

Criada pela avó Gail (Julie Bowen), que também foi mãe muito jovem e não gosta de falar da filha falecida, Beverly vê a fita como uma chance de finalmente saber mais sobre os pais. Por isso, ela decide procurar todas as músicas e, nessa missão, acaba fazendo amizade com a vizinha Ellen (Audrey Hsieh), com a intimidadora Nicky (Olga Petsa) e com Anti (Nick Thune), dono de uma loja de músicas que detesta tudo e todos, mas alguém essencial para que Beverly consiga encontrar todas as músicas e, assim, restabelecer o vínculo com a avó.

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Resenha | A Fita Cassete (Original Netflix)
A Fita Cassete (Divulgação/Netflix)

Elenco e Personagens

Julie Bowen, já conhecida do público como a Claire da série Modern Family, assume um papel de vó sem se deixar cair pelos estereótipos de doces velhinhas que enchem seus netos de doces. Ela se tornou mãe e avó muito cedo, e perdeu sua filha mais cedo ainda, tornando-se uma jovem senhora um tanto rancorosa que não consegue criar laços profundos com sua neta.

Por sua vez, a pequena Beverly Moody, interpretada por Gemma Brooke Allen, de Kate (2021), é uma adolescente quieta e com vários problemas de socialização. Ela não consegue se enturmar na escola, mas acaba fazendo duas amigas enquanto tenta se aproximar de seus pais através de músicas antigas.

Ver a construção de laços avó-neta, tal como Beverly cria novas amizades e se redescobre como uma eu muito mais alegre e extrovertida, pode até ser meio clichê, mas é muito fofo, divertido e, por vezes, emocionante.

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Resenha | A Fita Cassete (Original Netflix)
A Fita Cassete (Reprodução/teg6.com)

Direção e Fotografia

Para levar o público de volta à virada do milênio, a Valerie Weiss teve todo o cuidado ao dirigir esse filme de forma bem detalhista, com destaque para como as músicas escolhidas transportam o espectador para a época em questão.

A fotografia intimista de A Fita Cassete coopera com o clima suave da trama, fazendo o espectador se aproximar de seus personagens e simpatizar com eles.

Cenografia e Figurinos

Para um filme de época, a cenografia e os figurinos também são muito importantes, e eles quase se tornam personagens ao lado de nosso trio mirim, que se desenvolve em meio à equipamentos antigos de som, fitas cassetes, discos e figurinos de roqueiro que podem até ser meio estereotipados, mas caem como uma luva para o longa-metragem.

Resenha | A Fita Cassete (Original Netflix)
A Fita Cassete (Divulgação/Netflix)

E você, o que acho de A Fita Cassete? Conta pra gente nos comentários!

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Review Geral
Enredo
Elenco e Personagens
Direção e Fotografia
Cenografia e Figurinos
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