A Marca do Demônio é um filme de terror mexicano que chegou à plataforma da Netflix no dia 27 deste mês. O filme foi adquirido pela empresa de streaming, mas sua distribuição foi feita anteriormente pela Corazón Films.

Sobre o enredo de A Marca do Demônio

O filme conta a história de duas irmãs que, após lerem um manuscrito antigo repleto de rituais de invocação, acabam trazendo para dentro de sua casa e de seus corpos um mal nunca antes visto. Logo, uma das meninas vai a procura de uma dupla de padres em busca de ajuda. Porém, mesmo nas figuras santas dos homens, há a presença do mesmo mal que agora habita o corpo de uma das irmãs.

O roteiro é de Rubén Escalante Méndez (De las Muertas) é é terrivelmente mal construído. No começo, é criada toda a expectativa com relação à trama, a tensão. Porém, no desenrolar da história, partes desconexas e desnecessárias aparecem e tomam espaço demais, como as inúmeras cenas de Camila (Arantza Ruiz) envolta em um sono intenso. Além disso, a narrativa, a partir da metade do filme, passa a ficar extremamente superficial.

Elenco e personagens

A proposta, pelo o que parece, era de o protagonismo ficar na mão dos padres Tomás (Eduardo Noriega) e Karl (Diego Escalona Zaragoza). Que mostram-se bem diferentes do esteriótipo que envolve a figura interpretada por ambos. O próprio Karl foi possuído e não gosta de ser considerado um padre, e Tomás é viciado em heroína. Porém, o foco fica todo em Camila (Arantza Ruiz), cuja atuação e carisma são péssimos. Entretanto, no geral, o maior problema aqui é roteiro e construção de personagens, não muito a atuação.

Direção e fotografia de A Marca do Demônio

A direção da série ficou por conta de Diego Cohen. A montagem das cenas é interessante no começo, mas vai ficando um tanto quanto repetitiva mais para a metade do filme. Além disso, a fotografia conta com um enquadramento um tanto quando desconfortável por trabalhar com Plano Detalhe e Primeiríssimo Primeiro Plano na grande maioria das cenas de diálogo.

Ainda, é importante salientar que o parte de efeitos especiais é péssima. Nem mesmo a pessoa mais sensível à narrativas de terror conseguirá sentir-se desconfortável com tais imagens.

Cenografia e figurinos

A cenografia e o figurino do filme são os únicos aspectos trabalhados de forma satisfatória. Tanto as roupas e locações do primeiro ato do filme, que datam de 30 anos atrás, quanto os do segundo ato em diante, que já se ambientam na década atual. Mas, ainda sim, não são completamente detalhados.

E então, você já assistiu ao filme? Conta para a gente o que achou!


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