American Horror Story, um espetáculo assustador e incrivelmente erótico, é o tipo de série que você assiste enquanto espia por entre os dedos. Isso se você ousar assistir a todos os episódios.

Ryan Murphy e Brad Falchuk, os mesmos caras que injetaram a doçura e alegria em “Glee”, acabaram injetando uma boa dose de perversidade nesse “suspense psicossexual”.

American Horror Story é sobre os Harmons, uma pequena família de três pessoas confusas. Há Ben (Dylan McDermott), um psiquiatra, sua esposa Vivien (Connie Britton) e sua filha adolescente problemática Violet (Taissa Farmiga).

Buscando um novo começo, após traições e uma menina com distúrbios psicológicos, os Harmons mudam-se de Boston para Los Angeles, onde se estabelecem em uma mansão imponente. A casa foi comprada por uma verdadeira pechincha. Isso porque lá houve suicídio e possivelmente outras coisas medonhas também.

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Logo no piloto conhecemos uma série de personagens estranhos e dispositivos de enredo esquisitos. Uma vizinha assustadora aparece do nada. O mesmo acontece com uma velha empregada (Frances Conroy). Depois, há um adolescente psicótico assustador (Evan Peters), que tem pensamentos mórbidos e usa uma camiseta que diz: “Pessoas normais me assustam” (na verdade, ele é quem assusta).

American Horror Story é uma série que causa sensações extremas

E se isso não for suficiente, acabamos conhecendo um cara mais velho (Denis O’Hare) com um rosto mutilado e câncer no cérebro. Ele alega ter matado sua família na casa de Harmon.

Não demorou muito, é claro, para todo o inferno se libertar. Algo muito aterrorizante (um espírito maligno?) torna sua presença conhecida no porão. Há também um pouco de sexo bizarro.

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E então, os Harmons são atormentados por visões malucas. Por exemplo, quando Ben olha para a empregada, ele não vê uma velha enrugada, mas uma jovem ruiva jovem e quente, com desejos luxuriosos. Logo, seu cérebro começa a pulsar quando você se pergunta o que é real e o que não é.

Sim, existe uma bagunça formada em American Horror Story. Alguns espectadores horrorizados vão correr longe da série. Outros, no entanto, ficarão absolutamente encantados com as mudanças repentinas, a vibração visual e as emoções arrepiantes.

É claro que esses produtores são conhecidos por serem imprudentes. Eles muitas vezes tecem linhas de enredo que fogem ao controle e levam as coisas a extremos sem propósito provocativos.

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Em resumo, American Horror Story é perturbador e enervante.

 

 
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