Grande parte do primeiro episódio da 8ª temporada de American Horror Story: Apocalipse lembrou Coven, que para a maioria é a temporada de destaque da série.

Essa é a graça de American Horror Story: as temporadas começam fenomenalmente. Tem conceito alto e uma visão meticulosa, além do “seu assustadorismo”. Agora podemos ver a mitologia tornando-se complicada demais, o diálogo mais selvagem e mais estranho, e a narrativa se desdobrando como se estivesse sendo inventada.

Isso é o que torna esta temporada de crossover especialmente intrigante: sugere que há, de fato, um roteiro.

O primeiro episódio já começa com uma “bomba”, literalmente: o fim do mundo. Conhecemos Coco, Mallory (Billie Lourd), sua assistente, e Mr. Gallant (Evan Peters), o cabeleireiro, em um salão chique em Los Angeles, quando as notícias da 3ª Guerra Mundial chegam. Os mísseis já estão demolindo cidades ao redor do globo.

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American Horror Story traz o horror e o medo do fim do mundo nessa temporada

Enquanto isso, ficamos sabendo que uma organização assustadora encontrou dois adolescentes, Emily (Ashley Santos) e Timothy Campbell (Kyle Allen), por conta de sua perfeita composição genética. Eles os levaram dramaticamente de suas famílias condenadas para os abrigos de precipitação. Isso presumivelmente para ajudar a impulsionar uma nova raça humana.

Duas semanas depois, o inverno nuclear se instalou. Timothy e Emily são levados para o que é chamado Outpost 3, que é dirigido por Venable (Sarah Paulson) e sua serva, Miriam Mead, de Kathy Bates. As regras do Posto Avançado são estabelecidas. Uma vez que os jovens reféns geneticamente perfeitos estão unidos a outros fugitivos, castigos são malevolentemente distribuídos.

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A sensação de pavor nas cenas parece como se estivéssemos sendo chicoteados. Quem assiste American Horror Story é porque quer escuridão, quer se sentir inseguro. Isso acontece até mesmo com a chegada de um Anticristo através de uma neblina nuclear.

É um conceito perspicaz para uma franquia que evoluiu sua visão do gênero horror para incorporar comentários políticos e culturais.  Vendo American Horror Story nosso maior medo prevalecente, um medo ainda mais consumido por causa da raiz na racionalidade. Observamos o que está acontecendo ao nosso redor e temos certeza de que o mundo vai mesmo acabar.

Horror, suspense, pavor e tudo o que sempre esperamos dessa série. Essa temporada simplesmente é uma das que poderíamos ver e rever até a exaustão.

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