Mais um mês, mais uma comédia romântica de baixo orçamento da Netflix. A plataforma parece estar apostando com veemência no formato de entretenimento, porém, como a produção dos filmes parece quase um modelo fordista, é difícil conseguirmos perceber verdadeiras joias. São poucos os que se destacam e Amor em Obras não será um deles.

A trama acompanha Gabriela Diaz (Christina Milian), uma mulher forte e independente. E, como todo protagonista de comédia romântica precisa de um momento decisivo em sua vida, com Gabriela não foi nada diferente. A garota perde seu emprego e seu namorado no espaço de uma semana. Tendo uma crise existencial, a garota se inscreve em um concurso para ganhar uma pousada na Nova Zelândia. E adivinhem só? É óbvio que ela ganha.

Gabriela Diaz em Amor em Obras.

Deixando para trás sua vida em São Francisco, Gabriela vai em busca de seu novo empreendimento. Chegando lá, descobre que foi enganada e que a pousada não passa de um monte de madeira velha. Porém, determinada a tirar o melhor da situação, ela passa a reformar o local.

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Na pacata cidade, ela conhece vários moradores que logo viram seus amigos, exceto por Jake Taylor (Adam Demos). Uma inimizade surge entre os dois logo de início, mas não dura muito. Aliás, nada dura muito em Amor em Obras. A trama parece um pouco apressada ou então, a falta de aprofundamento tenha passado essa sensação. Enfim, o fato é que tudo é bem óbvio no filme.

Não que fosse prudente esperar muita coisa de tal formato. Filmes do gênero são feitos para serem vistos em um fim de tarde de domingo. São feitos para terem finais felizes e serem óbvios. Entretanto, como eu disse, há um mar de longas como Amor em Obras sendo produzidos pela Netflix e são poucos os que se destacam.

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Sobre os termos técnicos de Amor em Obras

É um bom filme, fácil de assistir e de absorver e perfeito para momentos de estresse quando você só quer algo do tipo para assistir. O roteiro de Elizabeth Hackett e Hilary Galanoy traz muitos elementos clássicos do gênero para o filme e isso é perfeito. Porém, o que incomoda é a superficialidade com que todos os temas são apresentados. Algo parecia estar faltando.

Roger Kumble assina como diretor do filme e fez um trabalho excelente na integração de trilha sonora com cenas, já que esta também leva um pouco de seu nome envolvido nela.

FALLING INN LOVE

A fotografia, o cenário e o figurino do filme são muito bonitos. Os campos abertos da Nova Zelândia, incorporados de uma paisagem bela e interiorana da cidade em que a pousada de Gabriela se encontra, fazem um par muito charmoso de ser visto.

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Além disso, vale citar que os atores principais também foram muito bem escolhidos, por mais que tenha faltado um pouco de química entre eles nos primeiros momentos do filme. Já o restante do elenco fez perfeitamente seu papel.

E então, o que você achou do filme? Acredita que ele possa vir a alcançar um sucesso grande como Para Todos Os Garotos Que Já Amei? Deixe sua opinião aí embaixo! E confira também a ficha técnica do filme clicando aqui.

 

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