Blade Runner é um filme de ficção científica que foi lançado em 25 de dezembro de 1982, além disso, possui uma sequência. A direção é assinada por Ridley Scott e seu elenco é composto por Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young, Edward James Olmos, M. Emmet Walsh, Daryl Hannah, William Sanderson, Brion James, Joe Turkel, entre outros nomes.

Enredo de Blade Runner

Blade Runner se passa em um futuro distópico onde uma negação dos problemas ambientais acabou criando uma grande distância entre os mais pobres e os mais ricos. Lá, a simples presença de um animal orgânico, é sinônimo de luxo. É nesse cenário onde uma corporação acabou desenvolvendo androides chamados “replicantes” para serem escravizados em colonias fora da Terra. Devido às vantagens físicas e, em alguns casos mentais, os mesmos foram proibidos fora do Planeta e limitados a apenas quatro anos de vida. Para caçá-los foi criado uma força policial, os Blade Runners, que são instruídos a encontrar e matá-los.

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O filme, por ser muito contemplativo e não entregar as informações mastigadas para o público, acaba tendo uma cadência lenta, o que pode dificultar muitas pessoas a assistirem, já que a atenção ao filme deve ser constante.

Elenco e Personagens

A construção dos personagens aqui é boa, já que, tanto Deckard (Harrison Ford), quanto Roy (Rutger Hauer) e Rachael (Sean Young), tem sim uma grande profundidade e são muito bem explorados. No entanto, faz falta sim uma construção mais bem aprofundada da Pris (Daryl Hannah), já que ela é uma peça chave das motivações de Roy. Além disso, faz falta também a exploração da rivalidade entre Deckard e Roy (Rutger Hauer) já que sem isso a batalha final fica menos emocionante. Contudo, toda a sequência é salva pelo seu clímax. As atuações são razoavelmente boas e é possível ver um pouco da falta de compromisso de Harrison Ford, que já falou que foi uma produção conturbada.

Direção e Fotografia de Blade Runner

A direção de Ridley Scott é simples, não há tanto compromisso em fazer planos complexos. Ademais, os planos são longos, o que torna o filme mais contemplativo e consequentemente mais lento. A montagem também é simples, fazendo cortes rápidos nas cenas de ação, mas elas continuam compreensíveis, o que acaba sendo um ponto alto da produção.

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A fotografia é o grande trunfo do filme, já que traz uma qualidade técnica enorme, começando pela coloração, que alterna entre o azul e o amarelo. O azul destaca a noite eterna que o planeta vive e é mais presente quando o filme se passa nas partes mais pobres. O amarelo, por sua vez, é presente quando a obra está na parte mais rica, o que torna o lugar quente. Além disso, é impossível deixar passar a questão do neon, presente em boa parte do filme, o que torna todas as placas, painéis, entre outros, bem mais chamativos.

Cenografia e Figurinos

Tanto os cenários quanto os figurinos são uma parte extremamente importante da ambientação, mas, principalmente, da imersão, coisa que é feita primorosamente aqui, de prédios gigantescos repletos de propagandas, e uma roupagem extravagante e com os detalhes muito bem feitos.

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