Cidade dos Mortos é uma série russa lançada em 7 de outubro na Netflix. A direção é assinada por Pavel Kostomarov e seu elenco é composto por Viktoriya Isakova, Kirill Käro, Aleksandr Robak, Natalya Zemtsova, Maryana Spivak, Yuri Kuznetsov, Eldar Kalimulin, Viktoriya Agalakova, Alexander Yatsenko, entre outros nomes.

Enredo de Cidade dos Mortos

Cidade dos Mortos se passa em um mundo onde uma epidemia de um contagioso e letal vírus estourou em Moscou. Com isso, a sociedade colapsou e chegou ao seu estado mais primitivo, saqueando e matando qualquer um. E é nesse cenário que três famílias devem superar as suas diferenças e sobreviver juntas.

O ritmo nos primeiros minutos do primeiro episódio é bem lento. No entanto, quando a epidemia estoura, e eles começam a batalhar pelas suas vidas, o ritmo acelera muito. Porém ainda freia de vez em quando para desenvolver o drama.

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Elenco e Personagens

Os personagens são muito bem apresentados. São muitos personagens e cada um é muito bem introduzido. Logo nas primeiras cenas, já é possível saber muito sobre eles e de suas personalidades. Além disso, é possível ver uma interação muito boa entre eles, já que cada um é diferente do outro. Logo, isso cria uma dinâmica muito boa, já que, com empasses entre o próprio grupo, os eventos ficam muito mais interessantes.

Finalmente, as atuações são boas em todo o elenco principal. Nele, temos Viktoriya IsakovaAleksandr RobakKirill Käro, Viktoriya Agalakova, entre outros.

Direção e Fotografia de Cidade dos Mortos

A direção aqui é muito ativa e dinâmica, indo de momentos em que a câmera se movimenta bastante a momentos em que ela fica mais estável. Por isso, temos um dinamismo grande no ritmo. Afinal, a montagem e a trilha sonora juntas criam as emoções que querem no público.

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Contudo, há um problema. Pelo fato de tanto a direção, quanto a montagem e a trilha sonora serem extremamente ativas, isso cria um exagero. A direção por exemplo movimenta muito a câmera quando não é necessário. Ademais, a montagem faz cortes onde não é preciso e a trilha sonora entra em momentos em que não é necessário com músicas que não se encaixam muito bem na cena.

A fotografia utiliza muito de tons neutros como o cinza, que, inclusive, lava um pouco das cores e tira a saturação delas. Além disso, os tons neutros dão uma cara mais dura e crua às cenas, expondo a crueldade e o sadismo, sem cores sentimentais ou alegres. Ademais, isso expõe um pouco da natureza dos personagens, nem totalmente boa, nem totalmente má.

Cenografia e Figurinos

A direção de arte, como quase tudo na produção, é muito dinâmica. Isso porque em cada episódio há um cenário diferente. Além disso, os cenários de transição, entre um e outro, se passam na estrada, o que faz sentido dado ao título original que seria algo como “Para o Lago”, e os cenários em que os eventos acontecem em si são muitos mais de cinco em apenas um episódio. Já sobre os figurinos é possível ver roupas mais grossas por causa do frio.

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