Criminal Minds? Alguém disse equipe de elite do FBI? Sim, pessoal, essa série traz mais uma equipe única de detetives ultra-brilhantes que resolvem apenas os crimes mais difíceis e perversos.

Mas a Unidade de Análise Comportamental de Criminal Minds não fica obcecada com as fibras microscópicas e os ângulos das feridas de bala durante suas jornadas de quarenta e poucos minutos nos episódios para nos fazer sentir bem protegidos. Esses caras agem mais sobre a psicologia da coisa. A mãe do criminoso o ama? Ele gosta de fumar charutos? Ele teve uma infância traumática?

Na série, os detetives concentram-se nas pistas mais intangíveis que podem identificar serial killers. Eles trabalham em cima de perfis. São liderados por um especialista de classe mundial – Jason Gideon.

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Na 1ª temporada, Gideon acaba de voltar de uma licença relacionada ao estresse, mas seus instintos são mais afiados do que nunca. Ah, e sua sagacidade também. Esse cara é pretensioso, mas é bom no que faz, suas análises são corretas e vale a pena ser toleradas.

Criminal Minds enfrenta uma batalha difícil para se distinguir de muitas outras séries criminais que são lançadas aos montes por aí. A maioria dos quais assistimos tem elementos similarmente emprestados de “Silêncio dos Inocentes”. Com essa aqui não é diferente.

Criminal Minds é o clichê das séries policiais

Não é uma série científica, mas seus crimes se confundem com o que já vimos em “CSI”, e seu elenco de apoio é indistinto. O pacote de Gideon inclui o nerd requisitado (Matthew Gray Gubler), um especialista em crimes sexuais (Lola Glaudini), e um agente especial (Shemar Moore). Thomas Gibson também está à mão em um papel pouco definido como o de Gideon. Eles são todos simpáticos, mas genéricos.

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Criminal Minds é quase um clichê do suspense policial. Temos serial killers, procedimentos violentos, mulheres que estão insistentemente sendo caçadas, estupradas e assassinadas. É material costumeiro. O elemento vítima-em-vídeo ao vivo já foi feito em tantos programas criminais que não tem mais muita tensão. De fato, a 1ª temporada é bem mais do mesmo, mas quem sabe não melhora com o tempo?

 

 
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1 COMENTÁRIO

  1. Infelizmente, parece que a série declinou após a 11° temporada. Não há momentos fascinantes, ‘insights’. O caso e a história parece que é escrita de forma preguiçosa, ao contrário das temporadas anteriores. Eu gosto muito da série e irei continuar assistindo, mas acho que pessoas não estão reparando nisso o suficiente.

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