Durante a maior parte da 3ª temporada de Criminal Minds, você termina os episódios comentando: “Esse não foi um episódio muito bom…”

O engraçado é que quem não gostou da temporada passada, vai começar a rever seus conceitos. Se achou fraca, vai ver que a produção dessa vez conseguiu se superar para pior.

A temporada começa onde a anterior parou – em termos das situações dos personagens do Departamento. Gideon desaparecido, Hotch e Prentiss fora da equipe. Alguém realmente se importa? Acho que quem se importaria nem liga mais.

É tão ruim ver uma série com um potencial lá no fundinho jogar tudo para o alto assim. A gente acaba assistindo de qualquer jeito, sem emoção.

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Finalmente, no episódio 6 de Criminal Minds, “About Face”, recebemos nossa “substituição de Gideon” no personagem de David Rossi. Rossi é interpretado por Joe Mantegna, que esteve em uma pilha de filmes e programas de TV. Além disso, ele é o pai de uma criança autista. De qualquer forma, imediatamente alguns podem ter certa antipatia pelo personagem. Por que? Porque sim.

Criminal Minds tem apenas poucos episódios “assistíveis” na 3ª temporada

Penelope ainda é a personagem mais interessante. Nos episódios “Lucky” e “Penelope” ela é baleada por um novo namorado. Então ela conhece e namora outro analista do FBI, Kevin Lynch. Penelope é ainda mais desenvolvida quando ela reconhece artistas de quadrinhos, faz referência a estilos de vida alternativos da Califórnia e fala sobre o jargão com Lynch.

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Emily Prentiss ainda supera todas as suas falas. Derek Morgan ainda existe apenas para derrubar portas e atacar bandidos. Tornou-se realmente divertido prever quando Morgan está prestes a chutar uma porta.

Um dos episódios particularmente ruins foi “Birthright”. Foi completamente inacreditável e realmente muito bizarro. Os últimos três episódios da temporada: “The Crossing”, “Tabula Rasa” e “Lo Fi” são decentes e merecem ser assistidos.

Infelizmente, você tem que sofrer com os episódios anteriores para chegar a estes. É uma pena que não dê para ignorar toda a má escrita de Criminal Minds que veio antes só porque os três últimos episódios foram parecidos.

Infelizmente, o último deixa de lado um cliffhanger – uma explosão, no entanto. Então, é claro, dá vontade de ver a 4ª temporada. Não é por causa de qualquer grande mérito da série, em geral, mas sim uma curiosidade que se baseia em alguns episódios.

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É surpresa que a série tenha tantas temporadas. Muitos fãs de Criminal Minds vão concordar que preferiam aprender mais sobre a equipe e menos sobre as mortes terríveis e extremamente malucas.

 
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