A esquizofrênica da 6ª temporada de Criminal Minds terminou com um cliffhanger que moveria apenas um fã de longa data. JJ (AJ Cook) revelou que estava retornando à unidade de análise comportamental de elite do FBI. Isso depois de ser arrastada para o Departamento de Defesa no início da temporada.

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JJ é a primeira integrante da equipe a testemunhar perante um comitê secreto do Senado. Eles se reuniram para considerar a punição após a última série espetacular de violações do protocolo da agência. Incluindo termos da política do governo e das leis internacionais.

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Presidida pelo senador Cramer (Mark Moses), essas audiências ativam uma série de flashbacks que narram o retorno de outra residente da equipe, Emily Prentiss (Paget Brewster).

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Desde algumas reviravoltas, Criminal Minds tem sido um trabalho conjunto. Está focando mais na resolução colaborativa de crimes do que no herói macho alfa, que geralmente são os protagonistas de séries assim (ainda bem).

Como todos os outros elementos da série, essa concepção da equipe, e até mesmo como uma “família”, é bastante exagerada.

As especulações sobre saídas e retornos ligavam as breves não renovações dos contratos de Cook e Brewster. Por que? Corte de custos por trás das cenas. Mas o carinho expressado pelos telespectadores por JJ e Prentiss aparentemente ganhou pontos para os produtores de Criminal Minds.

A 7ª temporada de Criminal Minds que não sai da mesmice

O retorno de Prentiss marca uma oportunidade valiosa de introduzir algumas notas de tensão interna. Ainda assim, ela e seus colegas tendem a ser ofuscados por Hotch. Este que é um líder estoico, mesmo antes do assassinato de sua esposa por seu inimigo serial killer. Agora, ostentando uma barba esfarrapada e parecendo assustadoramente magro, ele começa nesta temporada em missão no Paquistão, uma penitência implícita por repetidamente se impor para seus superiores no FBI.

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É preciso focar nos artistas por trás dos personagens e do enredo para encontrar razões para permanecer engajado a ver a série. Isso porque as tramas e as premissas de Criminal Minds estão bastante desgastadas.

Com 7 temporadas medianas, é justo perguntar se existe alguma coisa nesta série além da fórmula base popular do gênero. A resposta é que a mesmice e a familiaridade proporcionam conforto. Em um mundo imprevisível, é reconfortante saber que há sempre um conjunto brutal de assassinatos em série esperando para ser eficientemente resolvido.

 

 

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