A estrela de Dancing Queen seria Justin Dwayne Lee Johnson, proprietário da Beyond Belief Dance Company, no Texas, que atua como Alyssa, incluindo duas temporadas de RuPaul’s Drag Race.

Alyssa é certamente parte da história, mas aparece principalmente nas entrevistas em estúdio. Dancing Queen mostra um pouco das reações de Alyssa, os julgamento de Justin e histórias de sua infância.

É uma maneira maravilhosamente estranha de incluir o lado drag da sua vida. Os comentários de Alyssa nem sempre fazem sentido. Justin é de longe o mais coerente dos dois, mas o tempo em que ela aparece é uma delícia de se assistir. Bom, assim como toda a série, que gentilmente nos leva à vida de Justin e nos conta sua vida história ao mesmo tempo.

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Dancing Queen  é uma biografia por meio de documentário, com as histórias explicadas durante os momentos atuais

Para um show estrelado por Alyssa Edwards, é significativamente mais suave e mais quieto do que você poderia esperar, mesmo que as personalidades de Alyssa e Justin sejam às vezes indistinguíveis.

A série de oito episódios, que estreia na Netflix hoje (05/10), é produzida pela produtora da Drag Race, World of Wonder, e foi originalmente desenvolvida como uma série ligeiramente diferente  para as plataformas de streaming digital da WOW.

Um mergulho profundo na vida de Justin Johnson

Geralmente os episódios seguem com a vida de Justin fora do palco: no trabalho e com os amigos. Quando a série começa, ele retorna de uma turnê mundial e está fazendo testes com os alunos para formar uma equipe para que possa “conquistar este país com uma competição de cada vez”.

Dancing Queen só inclui Justin ensinando dança na metade do segundo episódio. Sua intensidade é uma surpresa, mesmo o tendo visto ensinar as coreografias no Drag Race.

Um único detalhe que incomoda é o trabalho da câmera que, às vezes, captura belas imagens. No entanto, é estranhamente desleixado em outras cenas, aumentando e diminuindo conforme Justin sobe e desce.

“Foi a minha maneira de expressar quem eu era quando era criança”, diz Justin. Então ele “criou este lugar” para dar a outras crianças a mesma oportunidade.

“Eles são produtos meus”, revela sobre esses jovens dançarinos. Mas os dois primeiros episódios não nos dão a chance de ver muito disso (vê-lo ensinando ou inspirando).

“Você me permitiu ser quem eu sou, de dentro para fora”, diz um estudante.

As crianças têm vozes, pessoalmente e em entrevistas. E talvez estejam a caminho de serem personagens mais bem desenvolvidos, além de dançarinos. O conflito, quando surge, é conversa, não confrontos de reality show.

Ao longo de tudo isso, Justin está mantendo a si mesmo e as crianças em alto padrão. Isso está ligado ao seu desejo de fazê-las crescer, e a ele, acima de onde estão.

Por que ele faz isso é o que o Dancing Queen está mostrando, cena por cena, com uma combinação de momentos de sua vida e aforismos colecionáveis ​​de Alyssa Edwards.

Alyssa pode ser famosa, mas Dancing Queen explica porque Justin é uma estrela.



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