Altamente sentimental, mas sem ser extremamente meloso. Em Casa Para o Natal é quase um motivo de celebração. O humor sutil da roteirista e diretora norueguesa Bent Hamer ganha um impulso vivo no enredo do longa-metragem.

As primeiras cenas angustiantes do filme dificilmente preparam o telespectador para a doçura que se segue. A premissa inicial é basicamente sobre um garoto chamado Goran (Arianit Berisha). Ele arrasta uma árvore de Natal por um pátio vazio até ser pego pela mira de um franco-atirador. A partir daí, o longa embarca em seu caminho sinuoso para a paz.

Na cidadezinha de Skogli, na véspera de Natal, duas crianças (Sarah Bintu Sakor e Morten Ilseng Risnes) estão vendo vitrines. Um casal de meia-idade (Tomas Norstrom, Nina Andresen-Borud) discute sobre abandono. Embora o homem insista que não pode deixar a esposa.

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Um velho (Joachim Calmeyer) em casa se esforça para carregar uma mesa para outro cômodo. Paul (Trond Fausa Aurvag) queixa-se ao seu médico, Knut (Fridtjov Saheim), que a sua esposa (Kristine Rui Slettebakken) trocou as fechaduras da porta e está com outro homem (Kyrre Haugen Sydness).

Um “bêbado” (Reidar Sorensen) se depara com a simpática Johanne (Ingunn Beate Oyen), que vende árvores de Natal em um trailer de inverno. Fazendo visitas domiciliares, Knut é abordado no carro por um homem sérvio (Igor Némumer), que está desesperado para conseguir atendimento médico para sua esposa grávida (Nina Zanjani), uma imigrante ilegal da Albânia.

Em Casa Para o Natal tem sutileza em sua essência

Se, como e quando as histórias múltiplas e diversas de Hamer se cruzarão, é uma grande intriga. Não tem como saber se esse enredo vai funcionar, mesmo além dos consideráveis ​​encantos que ele pode ter.

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Em Casa Para o Natal, aparentemente, parece um daqueles dramalhões que mais te deixam depressivo do que entretêm. Mas, ao longo do filme, ele vai se tornando gradualmente mais suave. Podemos ver companhias inesperadas e atos de gentileza resumindo o espírito natalino.

Como em grande parte do trabalho passado de Hamer, a atuação expressiva, muitas vezes sem palavras, carinhosamente remete àquela do cinema mudo. Esta é uma produção bonita em termos visuais e no que diz respeito às mensagens edificantes do qual tanto fazemos questão de ressaltar nessa época.

 

 
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