Harry (Daniel Radcliffe) é um menino órfão de dez anos que mora com os tios Válter e Petúnia e seu terrível primo Duda. Maltratado pelos parentes, o garoto dorme em um armário que fica embaixo da escada, além de apanhar do primo o tempo inteiro. Em seu aniversário de onze anos, uma coisa estranha acontece: ele é levado por um atrapalhado gigante até a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele conhece Hermione (Emma Watson) e Ron (Rupert Grint). Mal sabia ele que, ainda bebê, havia derrotado o cruel e temido Voldemort – e que este aguardava a vingança.

Dirigido por Chris Columbus, Harry Potter e a Pedra Filosofal é a adaptação da primeira obra de J.K. Rowling e sua trama se baseia em explicar a origem de Harry (Daniel Radcliffe), o histórico de sua família, sua entrada e adaptação em Hogwarts e sua missão de enfrentar e derrotar Voldemort. Apesar de ser uma boa trama, o longa se perde em desenvolver demais cada parte da história, e temos como resultado um filme longo demais e com muita ênfase em pontos menos importantes.

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As personagens dos tios de Harry, Válter e Petúnia, são extremamente forçados, assim como a personagem Duda. Todos estes encarnam clichês de parentes desgostosos do menino, mas visto que eles só aparecem na primeira parte do primeiro ato do filme, tal ênfase é desnecessária.

A técnica da jornada do herói é bem utilizada no longa, com pontos bem definidos mas exagerados em tempo. Ao chegarmos na metade do filme, não ouvimos nem falar da pedra filosofal, agregada ao título do filme.

Por outro lado, a amizade entre o personagem principal e seus coadjuvantes é bem enfatizada e desenvolvida, o que salva a trama dos seus pontos negativos. Gostaria de ressaltar que Emma Watson está perfeita no papel de Hermione, conseguindo assumir a personagem muito bem.

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Por se tratar de um filme de 2001, não se pode esperar super efeitos especiais mas as animações contidas no longa são boas.

Ao que se refere a trilha sonora, temos algo bem fantástico, infantil, interessante. Ela se faz indispensável na instalação da emoção de cada momento da trama. As mixagens de ruídos e ambiente não são incríveis, mas são razoáveis.

Apesar de longo, Harry Potter e a Pedra Filosofal é sim uma boa atração para a família, mas está longe de ser um dos melhores filmes de todos os tempos.

 

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