Holo, Meu Amor (My Holo Love) é um drama sul-coreano produzido e lançado pela Netflix em 07 de fevereiro de 2020. Dos gêneros ficção científica e romance, a produção teve sua primeira temporada concluída em 12 episódios.

Assista ao trailer oficial de Holo, Meu Amor:

Sobre o Enredo

Han Soyeon desenvolveu cegueira facial na infância, crescendo com medo e reclusa. Sua personalidade começa a mudar quando conhece Holo, um programa de Inteligência Artificial desenvolvido por Go Nando, e logo se vê em um romance impossível. Ela só não esperava que a mente e rosto por trás de Holo também se apaixonaria por ela.

O drama apresenta uma mistura muito bem elaborada de romance e ficção científica, tomando liberdades com teorias sem explicações ou sentido na vida real, mas que são muito bem recebidas pelo desenvolvimento da narrativa, pouco preocupada com o realismo e mais interessada em romantismo.

Resenha | Holo, Meu Amor (Original Netflix)

Elenco e Personagens

Holo, Meu Amor tem como protagonista Han Soyeon, interpretada por Ko Seunghee, atriz já conhecida do drama Suits (2018). Sua personagem é descrita como alguém que teve uma personalidade radiante na infância, mas se isolou do mundo após perder a habilidade de reconhecer rostos humanos.

Yoon Hyunmin chega no papel duplo de Holo e Nando: apesar das personalidades extremamente distintas dos personagens, é preciso estar atento para não confundir os rapazes, que compartilham o mesmo ator — este já conhecido de dramas como Witch at Court (2017) e Beating Again (2015).

A dualidade dos personagens é um dos principais pontos do drama: um humano sem sentimentos e uma inteligência artificial capaz de se apaixonar não é algo muito comum, e cabe ao público sofrer enquanto Han Soyeon decide qual dos dois será o seu namorado.

Direção e Fotografia

O drama é dirigido por Lee Sang Yeob, já conhecido dos projetos Familiar Wife (2018) e Shopping King Louis (2016). Como Holo é uma Inteligência Artificial, sua visibilidade poderia ficar muito confusa no drama, mas é extremamente bem trabalhada tanto ao inseri-lo em cenários cotidianos, por uso do óculos, como em telas ultra tecnológicas.

O drama não poupa romantismos com uma fotografia intimista que foca a proximidade/distância de um relacionamento humano-IA. Cenas de baixa iluminação também são muito presentes, aumentando a tensão e dramaticidade da novela que, embora tenha seus momentos divertidos, aposta mais por um melodrama.

Cenografia e Figurino

Espaços externos e internos são muito em explorados na narrativa: as casas e escritórios são muito em construídas e plausíveis ao nível social de seu dono, enquanto as paisagens naturais continuam a surpreender com toda a beleza que a Coreia do Sul tem a oferecer.

O figurino ganha um papel importante no drama, muitas vezes sendo parte essencial para diferenciar (ou confundir) os personagens de Hyunmin: enquanto o humano prefere usar roupas mais escuras, escondendo asi mesmo, a personalidade radiante de Holo o torna um grande apreciador de vestes mais claras e chamativas.

E o drama Holo, Meu Amor, por si só, já é muito chamativo: é difícil não se sentir comprado pelo enredo de amor proibido entre um humano e um software, e acompanhar o desenvolvimento dos personagens ao longo dessa jornada de autoconhecimento e paixões é incrível — ainda mais com aquele toque romântico que só os dramas coreanos conseguem fazer.

E você, o que achou de Holo, Meu Amor? Conta sua opinião para a gente nos comentários!


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