A gigante do streaming, Netflix, está lançando hoje (18/01) um filme original de ficção científica, algo pós-apocalíptico, chamado IO.

A direção é de Jonathan Helpert e é brilhantemente estrelado pela jovem atriz Margaret Qualley. Ela é uma cientista que se dedica a encontrar uma forma para que os humanos se adaptem e sobrevivam na “Terra contaminada”. Terra esta que a maioria das pessoas deixou para trás, rumando até uma colônia firmada em uma das tantas luas de Júpiter.

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Existe nesta cientista uma determinação em ficar para trás. No entanto, suas convicções começam a ruir quando ela se depara com outro sobrevivente, que é interpretado por Anthony Mackie. Os dois, juntos, pretendem chegar à tempo ao último ônibus espacial. Eles decidem deixar a Terra antes de acabarem morrendo sozinhos para sempre.

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O filme, à princípio, aparenta ser um breve derivado de histórias passadas dentro de outras ficções científicas – a saber, “Passageiros”. Mas parece intrigante o suficiente para dar uma guinada no que poderia ser um clichê do gênero.

IO é mais uma aposta da Netflix para ser o queridinho dos filmes de ficção científica

Esse é o tipo de jogada da Netflix neste momento, com todos esses tipos de produções originais preparados para serem os queridinhos da vez, está dando certo.

Ninguém vai comparar IO com  o aclamado Bird Box, ou com Roma, por exemplo. Mas essa ampla disponibilidade significa que pode facilmente (e rapidamente) encontrar uma audiência disposta a conferir um novo longa de ficção científica.

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A produção foi originalmente programada para ser lançada na Netflix em 2017, já que foi filmada em 2016. Contudo, ainda não foi totalmente esclarecido o motivo para que tenha ocorrido um atraso tão significativo.

Bom, voltando ao filme, podemos dizer que, em vez de insistir em uma determinada ameaça ou oferecer traços amplos que reflitam os males da sociedade, IO apresenta uma história mais íntima, centrada na importância das relações humanas.

O ritmo moderado e os elementos temáticos silenciados que permitiram tal nuance também reduziram o impacto do filme. IO nunca se torna chato, mas também não é tão perfeito como poderia ser.

Independentemente disso, com o fim de semana chegando, talvez seja uma boa ideia se entreter com IO.

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