A Netflix está mesmo empenhada em colocar na sua grade, programas diferenciados. Ela acaba de lançar Kingdom, que promete ser sucesso.

Enquanto Hollywood se esforça para atualizar as criaturas de terror e leva-las para um ambiente moderno, ou mesmo futurista, as produções sul-coreanas estão dão um passo atrás, levando os mortos-vivos de volta ao passado.

Kingdom coloca seu monstro moderno na antiga Coreia feudal, no período de Joseon. Com seu reino atormentado pela corrupção e fome, o príncipe herdeiro Lee Chang (Ju Ji Hoon) sai em uma jornada para encontrar uma cura para a doença de seu pai. No entanto, ele acaba descobrindo uma epidemia de zumbis que está varrendo sua nação pela força.

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Ele também tem que se defender contra a política do palácio. O oportunista primeiro-ministro Cho Hak Ju (Ryu Seung Ryung) – e pai da rainha (Kim Hye Jun) – está determinado a tomar o poder por qualquer meio necessário.

Escrito por Kim Eun Hee, Kingdom segue de perto Lee Chang e seu leal guarda-costas Mu Yeong (Kim Sang Ho), enquanto viajam pelas terras encontrar uma cura para a doença que aflige o imperador. Ainda não se tem cenas Chang e o pai nos tempos atuais, mas flashbacks mostram sua lealdade inabalável e a piedade do moribundo.

Kingdom traz uma inovação no gênero zumbi

Ao contrário de muitos dramas coreanos, esta não é uma mega série de 20 ou 30 episódios. Em vez disso, a história se desenrola em seis apenas, muito parecido com um filme épico.

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No entanto, há tempo suficiente para ver os personagens crescerem. A brincadeira entre o príncipe herdeiro e seu guarda pessoal ajuda a aliviar o humor nos primeiros episódios. Mas como o tom gradualmente fica mais pesado ao longo da série, a brincadeira lentamente desaparece.

O que é uma pena, já que Kingdom poderia ter uma nota de leveza, pois quase todo o resto parece pesado e sério. No entanto, a perda de gracejos é compreensível quando você observa Lee Chang crescer em sua jornada.

Onde a série hesita, no entanto, é durante as cenas de luta. Cheias de muitos cortes, as brigas parecem confusas e um pouco desarticuladas. Teria beneficiado de alguns longos takes com lutas de espadas bem coreografadas.

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No geral, Kingdom é um grande drama zumbi de época que traz algo novo para o gênero.


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