Krampus: O Terror do Natal combina a alegria natalina com banhos de sangue nojentos, mas nem tão assustadores. Entre ser bom ou ruim, esse longa-metragem está bem na linha mediana.

O filme se passa em Bailey Downs, uma cidade aparentemente bucólica que ainda se recupera da terrível tragédia que ocorreu exatamente um ano antes. Dois adolescentes foram encontrados brutalmente assassinados no porão da escola secundária local. O prédio antigamente abrigava um convento com seu próprio conjunto de segredos repugnantes.

Pelo crime continuar sem solução, a ambiciosa adolescente Molly (Zoe De Grand Maison) convence seus colegas de classe Dylan (Shannon Kook), Ben (Alex Ozerov) e Caprice (Amy Forsyth) para entrar no prédio com uma câmera de vídeo como parte de uma tarefa de classe.

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No último segundo, Caprice não pode ir porque ela é forçada a viajar com sua repugnante família para fazer uma visita surpresa a uma rica tia-avó. Seu mau comportamento geral atrai as atenções de Krampus, o lendário anti-Papai Noel que sai na véspera de Natal para punir os maus de maneira brutal.

Enquanto tudo acontece, Papai Noel (George Buza) está no Pólo Norte preparando-se para seu passeio anual. De repente, seus elfos são infectados com algo que os transforma em violentos psicopatas mortos-vivos.

Krampus: O Terror do Natal passa a ser frustrante por ter tantas histórias se entrecortando

Considerando que Krampus: O Terror do Natal é o produto de três diretores independentes e quatro roteiristas, o filme tem uma abordagem bastante ambiciosa. O resultado final é surpreendentemente coerente na maneira como ela reúne as várias histórias.

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O problema é que, ao fazê-lo dessa maneira, o filme se embola. Ele permanece constantemente enfraquecendo sua própria capacidade de gerar qualquer suspense real. Sempre que uma das histórias começa a gerar uma verdadeira força, os telespectadores são empurrados para outra. Assim, fica um ciclo de recomeços intermináveis. Depois de um tempo, a coisa toda acaba se tornando um exercício de frustração.

 

 
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