O longa nos traz a história da jovem Mia (Emma Stone), que carrega consigo o sonho de se tornar uma grande atriz. Após abandonar os estudos, Mina divide todo o seu tempo entre audições  e o emprego de atendente em uma cafeteria.

Paralelamente, conhecemos Sebastian (Ryan Gosling), um jovem pianista que tem como inspiração o jazz clássico, de forma que não consegue impressionar o público para o qual se apresenta, já que desejam algo mais atual.

Com apenas algumas apresentações (e mal sucedidas) em restaurantes e pequenos eventos, Sebastian se encontra dividido entre seguir o seu sonho ou mudar seu estilo musical, afim de atingir o tão sonhado sucesso.

Em uma dessas apresentações, Mia e Sebastian se encontram pela primeira vez e trocam olhares intrigantes. Mas a decepção de não ter sido aplaudido mais uma vez, faz com que o primeiro contato das personagens seja bastante desagradável.

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Logo após, devido a outro empurrãozinho do destino, os dois se reencontram, dessa vez com Sebastian se apresentando com uma banda de estilo bem diferente do seu original. Aos poucos, o romance vai se estabelecendo e, por bons minutos, o filme se mantem suave.

Após os primeiros instantes de atração, o casal aparenta estar bem, até que os problemas começam a surgir. Sem ser selecionada após tantas audições e sem conseguir boas apresentações musicais, Mia e Sebastian começam a se desesperar.

Dona de um roteiro original, a trama segue a linha de um clichê, mas supera suas expectativas, se utilizando de detalhes comuns, mas que se explicam no desfecho inesperado.

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Através de uma mixagem de som impecável, a música se apresenta como ambiente, ruído, trilha sonora e até mesmo como diálogo entre as personagens, sendo a principal ferramenta narrativa do longa, em acompanhamento da cena e também em função leit-motiv, onde cada personagem tem seu próprio tema musical.

Mas o que mais cativa o espectador é o jogo de iluminação e a edição de imagem, que acompanhados de todo o conjunto de sons, nos leva numa viagem no tempo, em meio a tantos flash-backs, inversão de ponto de vista e sensações da personagem.

O que reclamar de La La Land: Cantando Estações? Talvez a falta de um final feliz.

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