Lara Croft: Tomb Raider eleva o exagero a uma forma de arte. Aqui está um filme tão monumentalmente bobo, mas tão maravilhoso de se ver, que apenas um crítico muito severo poderia encontrar falhas absurdas.

E isso realmente faz sentido. A última coisa que as pessoas querem ver é um filme sensato sobre como os Illuminati reunirão as metades do triângulo cortado para controlar o tempo nas ruínas da antiga cidade que uma vez surgiu na cratera do meteoro. A lógica é, por si só, exaustiva o suficiente, mesmo quando não faz sentido.

Lara Croft: Tomb Raider é o tipo de filme para se ver em um dia chuvoso enquanto se come uma pipoca, mas só para quem curte o gênero.  Seu enredo existe como um sistema de suporte para quatro sequências de efeitos especiais. Logo você pode ver que a produção é relativamente avançada para a época em que foi lançada (2001).

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Lara Croft: Tomb Raider tem muita ação e tem… Angelina Jolie!

O filme abre com Lara Croft fazendo uma batalha desesperada com um robô mortal. Quando a poeira assenta, ficamos sabendo que ela é Lady Lara Croft (Angelina Jolie), filha do invasor do túmulo Sir Richard Croft (Jon Voight).

Lady Lara mora em uma vasta propriedade rural com um fiel mordomo e um hacker privado e designer de sistemas de armas. Instalações elaboradas de pesquisa e desenvolvimento e fabricação devem ser guardadas em algum lugar, mas não as vemos.

Lara Croft ouve um leve tique-taque sob as escadas, destrói os painéis antigos e encontra um relógio que esconde o Olho Que Tudo Vê. Descobre uma carta de seu pai, faz uma visita a Veneza, onde os Illuminati se reúnem. Depois aparece em uma expedição à terra congelada do norte. Isso tudo entre lutas, destruições e muito fôlego nas cenas de ação.

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Os cenários de Lara Croft: Tomb Raider são maravilhosos resultados da direção de arte, cenografia e efeitos especiais. Algo que pode parecer exagerado, às vezes, mas que é maravilhoso!

Angelina Jolie faz uma esplêndida Lara Croft. Embora dizer que ela interpreta bem a heroína de um videogame, talvez não seja seu maior elogio. A atriz parece ótima, é flexível, atlética e não exagera. Leva com grande seriedade uma trama que teria reduzido outra mulher a uma atuação deprimente.

A direção de arte e cenografia fica bem à altura de Indiana Jones. É um bom filme. Te deixa com frio na barriga e ansioso, mas sem grandes surpresas.

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