Não dá pra ter certeza de quando Legends of Tomorrow transitou de uma série boa para uma série com alguns defeitos evidentes e depois para uma série incrível. Afinal de contas, até a 2ª temporada, os episódios ainda não haviam encontrado todo o seu fundamento.

Talvez tenha sido quando Sara Lance (Caity Lotz) se tornou a nova capitã do Waverider. Ou talvez durante as sessões de confraternização entre o bem-sucedido Legion of Doom. Em algum momento, uma nova vibração começou a se espalhar pelo DNA da série, transformando-a na celebração polêmica dos quadrinhos da DC que os fãs queriam desde o início.

Claro que isso só aconteceu às custas de muito esforço. Na verdade, a 2ª temporada termina após algumas das histórias mais caóticas que já vimos em seriados que ainda consegue basicamente funcionar, especialmente quando se trata da viagem no tempo.

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Esse é o truque que  Legends of Tomorrow aprendeu a fazer episódio após episódio. Ele mistura a diversão e o drama de maneiras que Arrow e The Flash  nunca poderiam igualar. E a surpreendente evolução de cada personagem faz com que este seja uma das melhores séries conjuntas que já vimos na tv.

Em sua 3ª temporada, Legends of Tomorrow cresceu consideravelmente

Então, como ela consegue lidar com um enredo tão louco? Muito bem, na verdade, usando essa viagem no tempo como um dispositivo adequado para apresentar o Time Bureau, liderado por Rip Hunter, que faz sua primeira aparição recorrente nesta temporada.

Enquanto ele está longe das “Lendas”, Rip viaja de volta no tempo para reinstituir sua própria versão do Time Masters. E a tempo de limpar a bagunça de sua antiga equipe. Ufa!

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É claro que ninguém tem a chance de ficar parado por muito tempo. Uma nova linha completa na parte inicial da temporada toma forma. Mas ao mesmo tempo começa uma rivalidade crescente entre dois grupos muito diferentes.

É uma ideia divertida para Legends of Tomorrow seguir em frente. Ela precisa mesmo colocar os infelizes desajustados para consertar essa bagunça da linha do tempo. Isso sem contar no colapso dos métodos das “lendas” em fazer tudo funcionar. Infelizmente eles são alvos de críticas objetivas, mesmo que consigam salvar o mundo às vezes.

 

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