Ao contrário do que muitos imaginavam, Lucifer rapidamente encontrou um ritmo que iria definir o avanço da série. Um ritmo que jogou com os pontos fortes de seu elenco e escritores.

O humor foi ajustado, a caracterização ficou incrível e a série atingiu um forte equilíbrio entre os temas policiais e os conceitos divinos que tinha à sua disposição.

CONFIRA Resenha | Lucifer (2ª Temporada)

A 2ª temporada criou uma base sólida para a 3ª, onde o que Lucifer é e o que pode ser. Em termos de qualidade, é um prazer ver que essa linha de base está viva e bem estruturada.

É fato que o diabão está um pouco mudado, mas isso não significa que ele não vai fazer algo imprudente de qualquer maneira. Isso também não significa que vai encarar as consequências de seus atos, mesmo depois de supostamente aprender sua lição episódio a episódio.

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CONFIRA Resenha | Lucifer (1ª Temporada)

Tivemos a introdução de um novo membro no elenco, Tom Welling como o tenente Marcus Pierce. Ele funciona como uma das maiores ferramentas do episódio de estreia, excedendo as expectativas desde o primeiro momento.

Lucifer desfocou de alguns assuntos anteriores e nos ofereceu novos questionamentos

Pierce é severo, mas Lucifer faz disso um aspecto divertido em seu personagem. Simplesmente acompanha sua habilidade de chamar a atenção para quão absurdos são esses personagens e suas circunstâncias. E ele faz isso sem acabar com o conceito da série.

O diabão está obviamente muito abalado com o que aconteceu com ele. Especialmente quando você considera que ninguém no Departamento percebeu que ele estava desaparecido. Amenadiel está mais preocupado com seus pais – a tal ponto que quase parece que realmente não existe conexão verdadeira entre o sequestro e o caso em si.

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Até que ele finalmente confronta Sam e ouve o que aconteceu. Ainda não responde a pergunta de por que isso se sucedeu, e só fornece mais perguntas.

Ao longo dos episódios percebemos que isso não é nada perto da quantidade de trauma que Lucifer terá que lidar. A combinação das consequências de mandar sua mãe embora, a “palmada celestial” de seu pai (se seu atual estado de anjo é parte disso ou se há algo mais por vir)… Tudo isso foi um prato cheio para uma boa temporada.

 

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