Frank Grillo faz uma apresentação entusiasmada do novo documentário original da NetflixLutas Ancestrais, que estreia hoje na plataforma.

O ator de 53 anos é grisalho, forte e fã de luta desde que se entende por gente. Esse seria o guia perfeito para um tour de cinco partes pelas culturas de combate mais ricas do mundo.

Lutas Ancestrais, ao contrário do título, coloca a luta por último. A preocupação mais imediata são os próprios combatentes e suas diversas culturas. Isso os impede de lutar, em primeiro lugar, e faz com que sejam marginalizados.

Lutas Ancestrais mostra um universo diferente das lutas

Na Cidade do México, repleta de abuso de drogas, grandes crimes e disparidade econômica, Grillo é apresentado a vários pugilistas mexicanos bem conhecidos. Na lista está incluído, Julio César Chávez. Ele também é apresentado ao estilo mexicano inimitável de lutar.

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A ideia de se comprometer com as artes marciais como um meio de melhoria e auto aperfeiçoamento é o tema constante em Lutas Ancestrais, mas isso não é bem retratado de certa forma.

Você vê isso em pugilistas tailandeses adolescentes, que estão sendo brutalmente repreendidos por seus treinadores, e em gigantes lutadores senegaleses. A compulsão é sempre a mesma. Através de dificuldades, sacrifícios e aprendizado vem o sucesso, mas também uma vida melhor para a família, livre de vícios e tentações.

Podemos dizer que Lutas Ancestrais é uma série curta e interessante que ajuda a dissipar algumas das ilusões de que lutar – seja simplesmente aprender ou realmente fazê-lo – é puramente o domínio de bandidos e valentões.

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Há nobreza e humildade nas artes marciais que a série capta admiravelmente. Talvez particularmente através da disposição de Grillo em abraçar as ideias apresentadas a ele. Muita gente está torcendo o nariz, mas seria interessante ver uma segunda temporada.

 

 

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1 COMENTÁRIO

  1. Atenção…. Lista de 15 artes marciais LETAIS que você pouco ouviu falar:
    15. Kapu Ku’ialua (Havaí)
    14.Eskrima (Filipinas)
    13. MCMAP (Estados Unidos da América)
    12. Sambô (Rússia)
    11. Kami: Israeli Krav Magen (Israel)
    10. Rough and Tumble (Estados Unidos da América)
    09. Bakom (Peru)
    08. Jailhouse Rock (Estados Unidos da América)
    07. Lerdrit (Tailândia)
    06. Dambe (África)
    05. Bokator (Camboja)
    04. Kalaripayattu (Índia)
    03. Okichitaw (Estados Unidos da América)
    02. Systema (Rússia)
    01. Silat (Indonésia, Malásia, Singapura, Filipinas)

    Ainda faltou:

    Kali (das Filipinas);
    Anganpora (Sri Lanka);
    Urucan (Brasil);
    Bandô (Mianmar);
    Vovinam (Vietnam);
    Adithada (Índia);
    Koppo Jutsu (Japão);
    Defendu (Reino Unido);
    Pankration (Grécia);
    KyukTooki (Coréia do Sul);
    Shuai Jiao (China);
    Sikaran (Filipinas);
    Deai Osae (Brasil);
    Viet Vo Dao(Vietnam).

    OBS.: Não existe arte marcial melhor do que a outra? O que existe é atleta mais preparado… Em partes tem razão, mas se pegarmos um mestre de Jiu Jitsu, outro de Muay thai e outro de krav magá, ambos com faixa etária próxima, acredito que o Krav Magá se destaque, mesmo porque ‘não existe regras” por se tratar apenas de defesa pessoal. No krav maga, uma luta desenvolvida para para combate militar e defesa pessoal como de anti um assaltante ou vários atacantes.

    Eu pratico artes marciais, e um amigo da academia que agora é mestre, participou de uma dessas lutas “sem regras’. Quando a luta foi pro solo, o oponente dele cravou os dentes na orelha dele. Ele preferiu “bater’ (desistir) do que perder a orelha.

    Depende na situação, se for para defesa, um boxe vai melhor que um judô.

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