Madres, Mães de Ninguém é um filme de horror de 2021 e está disponível no streaming Prime Video. O longa foi dirigido por Ryan Zaragoza e escrito por Mario Miscione e Marcella Ochoa. O elenco é composto por Ariana Guerra, Tenoch Huerta, Elpidia Carrillo, Joseph Garcia, Vanessa Motta, entre outros.

Enredo de Madres, Mães de Ninguém

 

Nos anos 70, Diana (Ariana Guerra) e Beto (Tenoch Huerta), um casal a espera de seu primeiro filho, se muda para uma pequena cidade no interior da Califórnia.

Diana, uma mulher nascida nos Estados Unidos, mas com ascendência mexicana, não se sente em casa na nova cidade, já que a maior parte da população fala espanhol e a moça não cresceu em contato com a cultura. Contudo, a dificuldade na comunicação não vai ser o maior problema que Diana irá enfrentar na cidade.

Logo estranhos eventos vão cercar Diana e, em busca de respostas, a mulher vai descobrir uma verdade sombria sobre alguns moradores.

Madres, Mães de Ninguém possui um ritmo lento e, embora tente trazer à tona uma história muito mais profunda que um simples filme de horror, acaba se perdendo em uma narrativa devagar e sem maiores desenvolvimentos.

Elenco e Personagens

 

Ariana Guerra conseguiu trazer para as telas uma ótima atuação como Diana e sua determinação em proteger seu filho ainda não nascido. Se o filme se torna um pouco mais interessante do que realmente é, é por conta de Ariana, que consegue manter o telespectador interessado em sua história e desfecho.

O resto das atuações são simples, nem cativantes, nem ruins de fato.

Direção e Fotografia

 

A direção tentou mostrar ao telespectador como as vezes o horror maior está no ser humano e em suas ações do que em fantasmas ou no sobrenatural, mas infelizmente acabou falhando.

O pano de fundo para a história são os casos reais de eugenia que aconteceram nos Estados Unidos durante grande parte do século 20, onde milhares de homens e mulheres hispânicos foram esterilizados sem seu consentimento, sob a desculpa de que indivíduos indignos (geralmente não caucasianos) não deveriam se reproduzir. Essa é uma premissa interessante para um filme de horror, mas foi muito mal representada.

O filme quer que o telespectador desconfie do sobrenatural, porém se arrastou tanto nesse elemento que sua principal história foi precariamente contada, e o telespectador não entende o que realmente aconteceu até o final do filme, quando alguns fatos são contados.

Se não tivesse focado tanto em elementos sobrenaturais, talvez o filme fosse mais interessante e impactante.

A fotografia, no entanto, consegue criar um ambiente sombrio que dá calafrios ao telespectador.

Cenografia e Figurinos

Tanto os cenários quantos os figurinos conseguem trazer os anos 70 e a cultura mexicana para as telas, transportando o telespectador para a história.

No geral, Madres, Mães de Ninguém é um filme mal aproveitado, com um excelente pano de fundo, mas zero desenvolvimento nas partes importantes.

E você leitor, o que achou do filme? Conta pra gente nos comentários.



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