O filme, que foi escolhido por Pedro Almodóvar como o melhor do ano,tem seu maior triunfo,na minha opinião, em tratar um romance homossexual sem a utilização de rótulos, seja da sexualidade de seus personagens, seja dos receios que os mesmos tem em assumir tal relacionamento.

O filme, estética e tecnicamente  é impecável, com uma trilha sonora que com certeza irá para o Oscar, e uma fotografia que permite que o espectador seja transportado para a Itália da época. Além disso, o roteiro é outro acerto no filme, sensual,profundo,reflexivo, e consegue inserir na narrativa, por meio dos pais de Elio, discursos  literários e artísticos que complementam a trama de maneira orgânica e emocionante.

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A maior surpresa do filme, com certeza, é Timothée Chamalet, o ator de 22 anos dá uma aula de atuação e consegue carregar cenas chave do filme sozinho nas costas, é , com certeza, uma das atuações do ano, e já possui minha torcida no Oscar. O resto do elenco de apoio é muito bom também, inclusive Armie Hammer, que está no melhor papel da sua carreira, e possui grandes chances de uma indicação ao Oscar.

Portanto, o filme de Luca Guadagnino é uma força a ser reconhecida, com um roteiro inteligente, o filme emociona ao retratar o desenvolvimento de uma história de amor e o desejo incessante de dois indivíduos sem rotular eles, permitindo o desenvolvimento da forma mais relacionável possível.

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Resenha de Cinéfilo Carioca

 

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