Moonlight conta a história de Chiron (Alex Hibbert), um tímido menino que mora numa comunidade pobre de Miami e, desde pequeno, sofre bullying de seus colegas de escola, que o apelidaram de “bicha”.

Já adolescente (agora representado por Ashton Sanders), Chiron enfrenta uma maior descriminação, embora nem ele tivesse a certeza de quem era e de quem queria ser. Sua opção sexual continua sendo o principal motivo de tamanho preconceito sofrido pela personagem.

Criado por uma mãe frequentemente drogada e fora de si, Chiron muitas vezes se encontra sob os cuidados de Juan (Mahershala Ali), um poderoso chefe do tráfico de drogas local, e Teresa, sua namorada.

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Alguns anos depois, o longa nos traz Chiron como Black, o novo chefe do tráfico, seguindo o exemplo de Juan, a figura paterna mais presente na vida do menino. Embora aparentemente mudado, nossa personagem principal, ainda apresenta o mesmo problema constante, responsável pelo pontapé inicial do filme: a busca por autoconhecer-se.

Sem muitas surpresas, o longa pode ser comparado a um documentário, vídeo biográfico ou, até mesmo, um estudo da personagem. Traz-nos a reflexão a cerca do preconceito em relação a cor e sexualidade, principalmente, mas nas entrelinhas também aborda temas como dinheiro, sexo e drogas.

Longe de usar-se de efeitos especiais, a ideia parece ser apresentar ambientes simples, pertencentes ao cotidiano, remeter o espectador a vida real da personagem.

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A trilha sonora inicia-se exageradamente sutil, quase inexistente, e ganha um pouco mais de força no desfecho, onde se apresenta ao molde de Hello Stranger, de Barbara Lewis.

 
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