O filme conta a história da menina Diana (Lilly Aspell), criada em meio as amazonas e com grande vontade de aprender a lutar. Sua mãe e rainha das amazonas, Hipólita (Connie Nielsen), impede que a pequena se envolva com os treinos, alegando que a ilha era suficientemente segura, escondida de Ares, o deus da guerra na mitologia grega.

Ao perceber que não poderia mais segurar a menina, Hipólita ordena que Antíope (Robin Wright) treine Diana como nunca treinara outra amazona. Se ela iria lutar, teria que ser a melhor de todas.

Na primeira metade do longa, vemos Diana (Gal Gadot) treinando, até que o piloto e espião Steve Trevor (Chris Pine) aparece em sua ilha que deveria estar escondida. Atrás dele, os alemães também descobrem Themyscira, e logo uma batalha está armada. Pelo pouco tempo que Steve fica na ilha, Diana percebe que precisa acabar com a guerra, acreditando que teria sido causada por Ares. Mesmo a contragosto de sua mãe, Diana parte com Steve, não só para tentar acabar com a guerra, mas também para conhecer a sua verdadeira origem.

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A diretora Patty Jenkins (Monster – Desejo Assassino) permanece fiel às origens da personagem nos quadrinhos, mas cria uma heroína atual, em harmonia a város elementos contemporâneos do longa.  Em suas primeiras aparições, Mulher-Maravilha era uma figura americana com um fundo mítico. Aqui, ela é uma força mítica que acaba lutando pela humanidade, e não só pela América. Inclusive, vale ressaltar, que o longa se passa em território britânico.

Assim como diversos outros filmes do gênero, Mulher-Maravilha é outra história de origem, mas apresenta vários pontos que são possíveis continuações para os filmes posteriores do Universo da DC.

Apesar de ter um roteiro simples, o longa impressiona muito quanto aos efeitos especiais, que são moderados, mas se revelam no final como o ato principal, sem ser exagerado. Além disso, notamos aqui a construção de uma personagem única, diferente, uma personagem feminina que não se prende as imagens estereotipadas ou vulgares que costumamos encontrar nas telonas por ai.

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Diante das diversas referencias machistas, vividas em época de Primeira Guerra, a princesa Diana não responde com violência, mas sim com indignação e pena da humanidade e do pouco caso que esta faz à coisas importantes da vida.

Mesmo com todo o poder em suas mãos, ela se propõe a apenas usá-lo para salvar o mundo, e não para criar maior destruição. Temos aqui uma heroína muito além do esperado. Se tem algo de ruim no filme, ao meu ponto de vista, é que o desfecho se estende mais do que o necessário e não se tem grande foco aos vilões presentes na trama.

Com uma ótima trilha sonora também, eu diria que esse filme não pode deixar de ser assistido.

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