O Caderno de Tomy é o mais novo drama da Netflix, que chegou ao catálogo hoje e já foi visto por uma parcela bem grande dos assinantes. Ele tem cerca de pouco mais de 1h de duração e classificação indicativa para maior de 14 anos. O longa é baseado em uma história real. Você pode conferir a ficha técnica dele clicando aqui.

Enredo de O Caderno de Tomy

O Caderno de Tomy é uma produção original argentina que conta a história de María Vázquez (Valeria Bertucelli). Com um câncer terminal nos ovários, depois de diversas cirurgias e terapias, ela aceita sua condição e se passa a esperar o momento da morte. No entanto, ela decide durante esse tempo fazer um livro para seu filho Tomy, de três anos.

Neste livro, ela traz reflexões sobre a vida e a morte e recorda momentos de ambos juntos. Seu desejo é de que, de alguma forma, ela consiga acompanhar Tomy durante sua vida, mesmo que seja apenas por meio de palavras.

O longa é baseado na história real de Maria, que narrou sua luta contra o câncer através de uma conta no Twitter. Além disso, ela de fato teve um livro publicado, mas infelizmente não está mais entre nós.

O enredo é bem forte e pode ser um grande gatilho para pessoas que perderam entes queridos para a doença. Mas, para quem quiser e puder assistir, é, sem dúvidas, um ótimo drama. Ele nos faz refletir bastante e nos prende apesar de ser bem estático visualmente.

Elenco e personagens

O filme traz uma Maria que acredito ser bem parecida com a Maria real. Levando bem sua doença, já tendo aceitado sua condição e não necessariamente lutando contra ela ou tentando descobrir se vai sobreviver ou não. Ela está ali para transmitir sua mensagem de forma leve e utilizando de ironia e sarcasmo. A personagem nos ajuda a levar de forma mais leve o tema tão pesado do filme.

E não há nem o que dizer da atriz. Valeria chegou ao seu extremo físico para fazer o papel da forma mais real o possível e isso foi incrível. Além dela, Julian Sorín, nosso pequeno Tomy, em seu primeiro trabalho, também dá um show de atuação e química com sua mãe postiça.

Direção e fotografia de O Caderno de Tomy

A direção e a fotografia tiveram que trabalhar de uma forma bem sensitiva porque não teve muito para onde expandir o visual da trama. Isso porque ficamos presos junto com Maria no quarto de hospital. Então, Carlos Sorín merece pontos a mais por conseguir nos arrancar tantas lágrimas mesmo com tão pouco espaço. É mais sobre a direção de elenco, a trilha sonora e a utilização das cores sempre em cores mais sóbrias e frias.

Cenografia e figurinos

Como eu falei anteriormente, a maior parte do filme se passa no quarto de hospital. Então, não há muito o que falar nem sobre o cenário e nem sobre o figurino, que também fica mais restrito às roupas do local para Maria.

E então, o que você achou de O Caderno de Tomy? Conta pra gente nos comentários!

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