O Diabo de Cada Dia é um filme de suspense lançado em 16 de setembro de 2020. A direção e assinada por Antonio Campos e seu elenco é composto por Tom Holland, Bill Skarsgård, Riley Keough, Robert Pattinson, Mia Wasikowska, Jason Clarke, Sebastian Stan, Haley Bennett, Harry Melling, Eliza Scanlen, entre outros nomes.

Enredo de O Diabo de Cada Dia

O Diabo de Cada Dia é uma adaptação de um romance de mesmo nome de Donald Ray Pollock e se passa alguns anos após o término da Segunda Guerra Mundial. Portanto, acompanhamos a vida de um jovem garoto filho de um militar e que passou por momentos terríveis na infância. Isso porque tem sua vida ligada a um casal serial killer, um pastor que não é quem diz ser e a um policial corrupto.

Logo adiantando, o ritmo é extremamente lento, quase parado em alguns momentos. Entretanto isso é recompensado pelo roteiro, que instiga o público e assim consegue manter os seus olhos na tela.

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Elenco e Personagens

Essa é uma parte muito importante do filme, já que ele se apoia nos seus personagens e suas interações tanto com outros personagens, quanto com o próprio ambiente. Portanto, isso demanda uma boa construção deles, o que no caso é extremamente bem feito. Dessa forma, os coadjuvantes parecem protagonistas. E isso se dá pelo roteiro fluir muito bem entre os núcleos. Quando vai de um pro outro, traz novas informações que não só desenvolvem o próprio núcleo, mas também dão informações sobre os outros. Assim, de pouquinho em pouquinho, a história se fecha.

Além disso, as atuações são muito bem feitas e há um destaque para o Tom Holland, que apresenta um crescimento muito grande na sua carreira.

Direção e Fotografia de O Diabo de Cada Dia

A direção é uma das grandes culpadas pelo ritmo, já que traz planos com longas durações e bem parados. Mas isso faz parte da proposta do longa, e, mesmo assim, não atrapalha o andar da história já que a montagem é bem ágil nos momentos certos. Esse é o caso de cenas de ação que expõem o quão violento são aqueles lugares. Inclusive, uma ação que é extremamente crua, onde a falta da trilha sonora que está sim por todo o filme traz um realismo maior, além de aumentar a tensão já que quanto mais estimulo sonoro nos é privado, mais ficamos sensíveis a esses estímulos.

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A fotografia traz tons bem frios, como o cinza, expondo toda a crueldade do local, que é privado de muitas cores quentes, que representam a maioria das emoções positivas na maior parte dos longas.

Cenografia e Figurinos

O filme se passa entre os anos 40 e 50, porém a produção vai muito além de roupas, carros, casas e demais objetos que remetem à época — coisa que por sinal ela faz muito bem —, já que a maioria dos cenários trazem bastante simbologia, como o fato de que a maioria dos momentos decisivos ou os mais chocantes se passarem em um bosque ou floresta, pois é na natureza que os personagens mostram a sua natureza.

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