Baseado em uma saga de livros de V. C. Andrews, O Jardim dos Esquecidos, intitulado originalmente como Flowers in the Attic (Flores no Sótão em uma tradução literal), é a segunda adaptação da obra e foi feita para a televisão e transmitida pela Lifetime.

Enredo de O Jardim dos Esquecidos

O filme conta a história de uma família perfeita que, ao perder o patriarca e único provedor da família, precisa recorrer à família da mãe para sobreviver. O problema é que quando mãe e quatro filhos perfeitos chegam à casa, as crianças são presas no sótão uma vez que o avô não poderia saber da existência delas.

Recebendo alimento uma vez por dia pela avó e sendo cada vez menos visitadas por uma mãe narcisista e negligente que passa a esquecer da existência dos filhos, os dois mais velhos passam a cuidar dos mais novos como seus próprios filhos. A questão é que a severa avó vê isso com muitos maus olhos e os acusa a todo momento de terem uma relação amorosa por eles serem marcados pelo demônio.

O suspense quanto à verdade sobre a origem das crianças é explorado até o terceiro ato, enquanto vemos de fato um afeto amoroso surgir entre eles. Portanto, o roteiro se apoia mais no suspense e drama agoniante, o que dita a dinâmica e ritmo do filme. Apesar da temática nada simples de ser assimilada, ele acaba nos prendendo e, com ótimas atuações por parte do elenco infanto-juvenil, nos mantém atentos até seu final. É um filme que vale a pena ser visto.

Elenco e personagens

Como eu disse, a maior parte do filme fica nas mãos do elenco infanto-juvenil, se apoiando mais nele do que no elenco adulto. E isso acaba sendo muito bom uma vez que o elenco adulto traz atuações bem teatrais, principalmente Heather Graham, que interpreta Corine, a mãe negligente.

No entanto, o maior destaque vai para Cathy (Kiernan Shipka). A atriz de O Mundo Sombrio de Sabrina provou no título, anterior aos seus trabalhos mais recentes, que era sim muito versátil e responsável em seus papéis. Ela é a melhor performance ao lado de Ellen Burstyn, que faz Olivia, a avó.

Direção e fotografia de O Jardim dos Esquecidos

A direção é bem simples e traz umas transições até um pouco amadoras entre as cenas. A sensação inclusive é que o filme é de 2006 e não de 2014 por conta disso. Então, dá para perceber que o orçamento foi baixo nesse ponto. Fica algo bem televisivo mesmo.

Além disso, a fotografia também não á a mais bem trabalhada, sendo na verdade bem simples. As cores são mais perto do real e apenas a saturação é um pouco aumentada.

Cenografia e figurinos

O filme parece se passar nos anos 60, então temos vestidos e saias rodadas com blusas justas, calças e shorts de cós alto. Já a cenografia fica restrita basicamente ao quarto e ao sótão que as crianças frequentam o filme inteiro.

E então, você já assistiu a esse filme? Conta pra mim nos comentários o que achou dele!

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