Lançado em janeiro de 2017, O Mínimo Para Viver é um filme original Netflix de drama. A direção e roteiro ficaram por conta de Marti Noxon. Já seu elenco principal traz Lily Collins, Liana Liberato, Keanu Reeves, Alex Sharp, dentre outros nomes.

Sobre o enredo de O Mínimo Para Viver

A trama do filme nos introduz na vida conturbada de Ellen (Lily Collins), uma jovem que sofre com distúrbios alimentares desde muito nova. Conhecemos ela e vemos como sua família a trata como um problema, não como uma pessoa. Ela foge de sua primeira clínica e, ao chegar na casa de seu pai, é recebida por sua madrasta, que informa a decisão de tentar um tratamento mais radical. Então, a jovem de 20 anos é levada ao Dr. Beckham (Keanu Reeves). Lá, ela conhece os métodos do médico, que pretende não passar de forma alguma a mão na cabeça da garota.

Então, ela é levada para uma casa cheia de outras pessoas com distúrbios alimentares e passa a criar um relacionamento com elas. Dessa forma, o tratamento da doença de Ellen acontece sem que ela veja.

O roteiro de Noxon consegue trazer um certo dinamismo para a narrativa, mesmo que seja um drama. Logo, isso é um ponto muito positivo, pois percebe-se que a atenção fica presa à história na maior parte do tempo.

Elenco e personagens

O elenco conta com nomes bem conhecidos, como Keanu Reeves, que é o nosso doutor de métodos radicais, e Lily Collins, nossa protagonista. Ambos já passaram por várias produções e conseguem entregar com muita excelência os papéis propostos. Não há palavras que definam como Collins brilhou neste filme, chegando a um certo limite com relação ao seu corpo inclusive. Mas, num geral, o elenco como um todo consegue trazer boas atuações.

Os personagens foram muito bem construídos. Mas alguns simplesmente parecem ser clichês que eram para estar ali. Não que isso seja um erro, mas é algo que dá para perceber e fica o questionamento se é realmente necessário.

Direção e fotografia de O Mínimo Para Viver

Noxon não comete o erro de adicionar cenas desnecessárias na trama. Logo, temos uma linha temporal coesa. Porém, talvez fosse necessário mostrar um pouco além do final proposto, para dar ao espectador uma sensação de conclusão real dos fatos. Já a fotografia apresenta-se bem simples, tomando cuidado apenas para manter-se pouco saturada, demonstrando o quão sem cores é a vida de Ellen.

Cenografia e figurinos

Não há muito o que dizer sobre a cenografia e os figurinos. Ambos trabalham com elementos comuns e simples, como hospitais, casas, roupas largas, camisetas xadrez, dentre outras coisas.

E então, você já assistiu a O Mínimo Para Viver? Conta para a gente o que achou!


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