Oktoberfest: Sangue e Cerveja é uma minissérie de época lançada em 1 de outubro de 2020 na Netflix. A direção é assinada por Hannu Salonen e seu elenco é composto por Mišel Matičević, Martina Gedeck, Klaus Steinbacher, Mercedes Müller, Maximilian Brückner, Brigitte Hobmeier, Markus Krojer, Martin Feifel, Michael Kranz, entre outros nomes.

Enredo de Oktoberfest: Sangue e Cerveja

Oktoberfest: Sangue e Cerveja se passa no sul da Alemanha, em Munique, e acompanha a história de Curt Prank (Mišel Matičević). O personagem é um famoso cervejeiro que em um dia tem a brilhante ideia de montar o maior stand da Oktoberfest, um dos maiores festivais da área. No entanto, com esse ambicioso projeto, cinco stands seriam derrubados. Quatro deles concordam, entretanto a família Hoflinger, liderada por Ignatz Hoflinger, não concorda. Isso cria uma tensão grande entre as duas, que triplica quando a filha de Curt se apaixona pelo filho de Ignatz.

O ritmo, principalmente do primeiro episódio, é extremamente rápido. Além disso, os acontecimentos se sucedem com muita rapidez, porém nem sempre isso compromete a estrutura dos personagens.

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Elenco e Personagens

Pelo o ritmo ser extremamente rápido, a apresentação, ou seja, a primeira impressão dos personagens, é prejudicada. Isso é algo bem brusco, o que tira o carisma de alguns personagens, que deveriam ser carismáticos. Um exemplo é no início, quando Prank chantageia o “dono” da Oktoberfest para convence-lo a tornar real o seu projeto. Tanto a chantagem, quanto na hora em que ele conta a história para ele e apresenta o projeto, são feitos de uma forma extremamente corrida, onde a apresentação do protagonista fica bem prejudicada.

As atuações não são o ponto forte. Isso porque elas são muito caricatas e ainda são enfatizadas pela trilha sonora, o que tira a seriedade das cenas e da história.

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Direção e Fotografia de Oktoberfest: Sangue e Cerveja

A direção é um pouco genérica quase em tempo integral. Mas há algumas exceções, como  na primeira cena da minissérie, em que um plano sequência é muito bem dirigido e traz muito bem a sensação de mistério e suspense em criar a pergunta: de quem é aquela cabeça? Mas de resto, como nas cenas de ação, a direção não possui tanta identidade.

Um elemento que mais atrapalha do que ajuda é a trilha sonora, como comentado acima, que entra em momentos imprecisos. Ademais, ela dá ênfase onde não precisa e não traz o clima necessário.

A fotografia em geral é bem quente, porém há cenas mais específicas em que são utilizados tons mais frios. E os tons são muito bem colocados, como o preto, que tem uma relação direta com o poder e o mistério.

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Cenografia e Figurinos

A direção de arte é uma parte especialmente importante quando se trata de produções de época. Portanto, nesse quesito, não há críticas a se fazer, já que tudo desde as construções, as carroças, os vestidos, os ternos, é muito bem colocado e conta com muitos detalhes.

E você? O que achou da minissérie? Conta pra gente nos comentários.

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