Contos de fada podem se tornar realidade. Eles podem acontecer com você. Não uma, mas várias vezes durante os episódios da 1ª temporada de Once Upon A Time.

Pensem em uma série que fala sobre os contos dos irmãos Grimm, onde a Rainha Má é tão bonita e envolvente que você a shippa com o Príncipe Encantado, com a filha do Príncipe Encantado, com você mesmo e até com os anões da Branca de Neve, se bobear.

O primeiro ponto a favor de Once Upon A Time é o elenco. Lana Parrilla (A maravilhosa Regina/Rainha Má) é tão linda e tão boa atriz que nos faz amar sua vilã e torcer por ela. Jennifer Morrison (que faz a Emma, filha da Branca de Neve e mãe biológica do filho de Regina) não fica atrás com sua desenvoltura e estilo badass. Ainda temos o prazer de ver Ginnifer Goodwin, Josh Dallas e o pequeno Jared Gilmore.

Once Upon A Time pode ser um pouco difícil de explicar, apesar de seu formato ser facilmente compreendido ao longo do primeiro episodio.

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Once Upon A Time é uma série sobre os contos de fadas moderno

“Era uma vez uma floresta encantada cheia de todos os personagens clássicos que conhecemos. Ou achamos que conhecemos. Um dia eles se viram presos em um lugar onde todos os seus felizes finais foram roubados. Nosso mundo. Foi assim que aconteceu…” Essa é a abertura da série.

Para começar, o Príncipe Charming (Josh Dallas) é visto correndo em um bosque nevado em busca de Branca de Neve (Ginnifer Goodwin). Ele a encontra aparentemente morta e cercada por sete anões de aparência bastante rústica. Mas como no conto atemporal, seu beijo a desperta e na próxima cena eles estão se casando. Então, a Rainha Má (Lana Parrilla), perfeitamente vestida em uma roupa de couro justa, aparece para informar a todos que “eu destruirei sua felicidade, nem se for a última coisa que faça”.  Só a voz rouca da atriz com a entonação autoritária da personagem já te faz querer maratonar o restante dos episódios.

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Essas cenas recorrentes dos contos de fadas são suntuosas de se ver, dando a Once Upon A Time um brilho diferente do que se vê em programas que tem fantasia no enredo.

O passado e o presente se fundem nos flashbacks

Entre o passado, eles compartilham o tempo com o presente, no qual uma órfã cobradora de fianças chamada Emma Swan (Jennifer Morrison) se sente solitária e insatisfeita em seu aniversário de 28 anos.

Emma está fadada a conhecer Henry (Jared Gilmore), de 10 anos, um garoto corajoso que também é o filho que ela abandonou para adoção durante um período ruim em sua vida. O garoto mora em Storybrooke, Maine, e carrega um livro de histórias. Ele, então, tenta explicar os detalhes de como Emma está destinada a salvar o final feliz de todo mundo.

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OK, talvez você esteja confuso novamente. Mas isso é bastante “plausível”, pelo menos no que diz respeito aos contos de fadas. Os habitantes de Storybrooke incluem versões modernas da Branca de Neve, Rumplestiltskin e do Grilo Falante. Assim como de outros viajantes do tempo que se esqueceram de quem são. Mas a Rainha Má, agora na forma da madrasta de Henry e prefeita, parece saber exatamente quem é. E ela ainda está empenhada em ter o único final feliz.

Alguns torcem o nariz para Once Upon A Time, dizendo ser “sem graça” e sem sentido. Sinceramente não dá para entender como não enxergam a “magia” da série. Bom, estamos falando da 1ª temporada. Ela é sim, instigante e com cenários maravilhosamente imaginados. É interessante ver como – e quão bem – tudo se desenrola.

 
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