Para todos os garotos que já amei‘ é mais uma produção original Netflix a acertar em cheio. A versão em filme do livro homônimo de Jenny Han se encaixa no atual perfil do filme teen romântico: uma narrativa que alimente a esperança da paixão avassaladora com aquela pitada de realidade (afinal, é preciso sonhar com os pés no chão).

E é assim que começa a história de Lara Jean Song Covey (Lana Condor), ou só Lara Jean, como é mais chamada. Irmã do meio entre três garotas que vivem com o pai, o Dr. Covey, após a morte da mãe, ela acaba de começar o penúltimo ano do ensino médio quando uma bomba pessoal explode: como uma boa amante dos livros e filmes românticos à moda antiga, LJ teve a ideia de escrever cartas apaixonadas para alguns garotos, cinco, para ser exata.

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Nessas cartas ela expressava todo o seu sentimento, e depois de endereçá-las e tudo, Lara Jean as guardava. Isso mesmo, as cartas não eram enviadas. Ou pelo menos não deveriam… Como que por ironia do destino, assim que Margot, sua irmã mais velha, termina o relacionamento com o vizinho Josh Sanderson (Israel Broussard), um dos rapazes cujo nome constava nas cartas, elas são misteriosamente enviadas para todos os cinco destinatários.

A partir daí, Lara Jean, que nunca teve um namorado, mergulha numa vida amorosa agitada, completamente diferente do que estava acostumada. Apavorada com a ideia de ser confrontada por Josh sobre a declaração e ter que contar o ocorrido a Margot, ela firma um contrato formal para um namoro falso com Peter Kavinski (Noah Centineo), imaginando que com isso tudo se resolveria para os dois: ela manteria a poeira baixa com Josh e ele faria ciúmes na ex, Genevieve. Acontece que nem tudo sai como planejado…

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A comédia romântica tira boas risadas sem perder a qualidade de fazer refletir. Lara Jean é uma garota meiga e forte, uma combinação emergente nas telas para uma protagonista. A direção impecável de Susan Johnson, combinada a um figurino e cenário adequados à forma delicada com a qual a história é contada não deixam nada a dever àqueles leitores que foram os primeiros fãs da coreana e suas divertidas experiências. Com agradável equilíbrio entre a intensidade das emoções vividas pela protagonista e o ritmo leve com o qual lida com elas, o lançamento sem dúvidas merece um sucesso tão grande quanto o do best seller que adaptou.

Agora que é preciso esperar pelo segundo filme da sequência, dá pra aproveitar os três volumes escritos da trilogia que já foram lançados no Brasil e conferir a versão em papel do romance.

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