Perry Mason é uma minissérie lançada em 2020 pela HBO. Ainda em produção, tem sido muito aclamada pela crítica, principalmente pelas semelhanças dos episódios com o dia de hoje. A série nada tem de semelhante com aquela de mesmo nome produzida ente 1957 e 1966.

Sobre o Enredo

Perry Mason é um remake da série de mesmo nome produzida na década de 50.

O primeiro episódio começa com um crime. Matthew e Emily Dodson (Nate Corddry e Gayle Rankin) estão ao telefone com o sequestrador de seu bebê, Charlie, e com uma mala cheia de dinheiro ao lado para ser usada como resgate.

Ao deixarem o dinheiro e irem até a suposta localização do bebê, descobrem que a pessoa responsável nunca teve a intenção de devolver seu filho e tudo o que resta é um cadáver.

Em 1932, onde as agitações da Grande Depressão interagem com o lado obscuro de Hollywood, Perry Mason (Matthew Rhys) – um veterano da Primeira Guerra Mundial alcoólatra, sem escrúpulos e pronto a enfrentar a polícia corrupta de Los Angeles – se torna a única pessoa disposta a chegar ao fundo da morte do pequeno Charlie Dodson.

Elenco e Personagens

O elenco da série é simplesmente fantástico e muito talentoso. A atuação em Perry Mason é espetacular em todos os aspectos, com scripts fiéis à era representada e uma química de conjunto incomparável.

Gayle Rankin e Nate Corddry aparecem como os pais do garoto Charlie. Stephen Root interpreta o promotor Maynard Barnes, auxiliado por Andrew Howard e Eric Lange como detetives do estado. Tatiana Maslany incorpora a irmã Alice, uma pregadora evangélica.

Matthew Rhys está presente como o personagem principal, Perry Mason. O ator consegue incorporar completamente o conturbado personagem de Mason; um personagem que deixa o público intrigado e que prende a atenção dos seus espectadores, ansiosos por saber como ele irá agir.

Devido a um grande elenco a série parece se concentrar mais no desenvolvimento dos personagens, principalmente do seu protagonista, do que na própria trama, o que talvez seja um de seus defeitos.

Direção e Fotografia

O diretor da série é Tim Van Patten. O seu erro foi idealizar uma história como a de Mason, que poderia ser contada em 2 horas de filme, em 8 episódios de uma série.

Já no primeiro episódio vemos certo esforço por sensacionalizar demais a trama, mas que não é bem sucedido. A trama parece querer se arrastar de forma forçada pelos episódios.

A fotografia, porém, é de se elogiar. A paleta cromática em tons de azul, cinza e amarelo escuros para criar uma atmosfera de filmes de época é bem sucedida e faz parte dos elementos que lutam para a composição de um entretenimento interessante, apesar de defeitos pontuais.

Cenografia e Figurinos

O cenário em que a série se passa é a cidade de Los Angeles nos anos 30.

Pode-se observar que os cenários são criados para demonstrar toda a atmosfera pesada e violenta que sucedia os anos depois da quebra da bolsa de Nova York em 1929.

Os figurinos foram bem escolhidos, também com esse propósito de criar uma produção de época, aos moldes daquela produzida nos anos 50. Destaque para a roupa convencional de detetive de Mason.

E você, o que achou da série? Conte pra gente!


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