Podres de Rico, a sensação literária de Kevin Kwan, de 2013, é finalmente um filme de Hollywood. Este é o primeiro com um elenco e diretor asiático desde o The Joy Luck Club, de Wayne Wang, há 25 anos. Ver esse tipo de representação na tela é incrivelmente satisfatório.

O longa é carregado de criatividade, mas também tem muita diversidade asiática. Isso vai de amigos legais e confidentes sábios a garotas malvadas e pais intrigantes e estranhos.

Apropriadamente, Podres de Rico segue um ponto chave que funciona bem sempre. É uma comédia romântica reinventada, atrevida e divertida. Não depende necessariamente de elementos óbvios e vale a pena ver cada cena.

De um jeito mais profundo, o filme é verdadeiramente inovador (especialmente agora, em nosso momento xenofóbico). Ele presta atenção às nuances culturais que raramente se fazem no cinema.

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Podres de Rico: todos os elementos necessários para uma ótima comédia romântica

Nick planeja uma viagem de volta para casa, para a luxuosa Cingapura, onde haverá o casamento de seu melhor amigo. Assim, ele poderá apresentar Rachel à família e mostrar que realmente tem intenções sérias com a garota.

Longe de ser uma fuga, porém, a viagem deles se torna um pesadelo psicológico. Uma festa de despedida de solteira revela a mesquinhez de uma das ex-namoradas de Nick. Pior ainda é um momento de confronto entre nossa heroína e a matriarca do clã dos jovens, Eleanor (Michelle Yeoh), impecavelmente vestida de roupas de grife, que sem rodeios lhe diz que não é suficiente para o filho dela.

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Sob seu brilho e glamour, Podres de Rico tem uma configuração familiar: a história de dois amantes de diferentes estilos de vida que estão dispostos a desafiar a tradição para sua própria felicidade. Mas o enredo é infundido com um senso moderno de dinheiro e reinvenção pessoal. Isso faz com que possamos ter entretenimento e reflexão ao mesmo tempo.

Não seria uma comédia romântica adequada sem uma montagem humorística na dose certa. Além do romance na mesma proporção, claro! O fluxo ostensivo da riqueza torna-se uma faceta cômica em si, o que casou muito bem com o resto do enredo.

Trabalhando a partir de um script inteligentemente condensado de Peter Chiarelli e Adele Lim, que mantém a essência econômica do romance, o diretor Jon M. Chu, magistralmente conduz cada personagem, mas de forma que tenham a sua parcela de “culpa” em Podres de Rico ser um filme ótimo.

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