Conforme já explanei nas resenhas anteriores, Skam é uma série em que cada temporada é focada em um personagem. Neste terceiro ano, Julie Andem nos entrega a história de Isak (Tarjei Sandvik Moe).

Conforme já era insinuado desde o início da série, Isak é gay. E esta temporada é sobre isso, sobre a forma como ele descobrirá sua orientação sexual. Enquanto a narrativa segue, somos apresentados a Even (Henrik Holm), que ajudará o garoto nessa jornada. Porém mais tarde descobrimos outro ponto que é tratado nesta temporada: transtornos psicológicos.

Dessa forma, temos duas importantes temáticas que são tratadas pelo roteiro de Julie de uma forma extremamente delicada. Contudo confesso que a temporada me prendeu apenas no final. Seu começo é lento e lembra um pouco o primeiro ano de Skam.

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O visual da terceira temporada de Skam mantém o mesmo tom dos anos anteriores da série

A série continua tendo uma película mais fria e uma cenografia simples. Não há muito o que dizer desses elementos. Além disso, o jogo de câmera em que ela deve sempre estar no ambiente em que o protagonista se encontra também é mantido. Mas gosto sempre de dizer que a fotografia da série é muito bonita.

Falando sobre a direção de Julie, também não é algo de muito diferente dos anos anteriores. Mas, assim como a fotografia, gosto de destacar que ela dá um direcionamento muito bom aos atores. Isso confere à Skam um tom extremamente natural.

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O elenco fez um trabalho incrível

Tarjei Sandvik Moe conseguiu transmitir durante toda a temporada a confusão pelo qual estava passando. Suas expressões foram incríveis e podemos ver profundamente o potencial que não era mostrado nas primeiras temporadas.

Já Henrik Holm foi tão brilhante quanto. A temporada foi toda deles, nenhum outro personagem secundário conseguiu roubar a cena e isso é muito importante de dizer. Afinal, às vezes o protagonista é tão entediante que nos apegamos a algum outro coadjuvante. Definitivamente não foi o caso com Tarjei e Henrik.

 

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