The Last Days of American Crimes é o mais novo filme de ação da Netflix que entrou no seu catálogo em 5 de junho de 2020. A direção é assinada por Olivier Magaton e conta com Edgar Ramírez, Michael Pitt, Anna Brewster, Patrick Bergin, Sharlto Copley, Brandon Auret, Tamer Burjaq, Terence Maynard, James Richard Marshall, entre outros nomes.

Enredo de The Last Days of American Crimes

The Last Days of American Crimes acompanha a história de Bricke (Edgar Ramírez), que possuía uma gangue que fazia assaltos em bancos. Isso tudo em um futuro não tão distante, onde o crime domina as ruas da America. Mas o problema é que ele acabou perdendo o seu irmão. A poucos dias do governo instalar uma espécie de sinal mental que promete acabar com o crime, Bricke recebe a visita de Kevin (Michael Pitt) e sua noiva haker, Shelby (Anna Brewster), que o fazem a proposta de fazer um último e maior assalto de todos os tempos.

O filme começa bem, uma abertura que lembra, em partes, a abertura de Kill Bill. Além disso, nessa abertura, o filme possui um ritmo muito bom. No entanto, daí pra frente, a obra pisa no freio, e o filme, que se vende como um longa de assalto e ação, possui sua primeira cena de ação depois de um terço de duração da obra. Por fim, o assalto acontece na última hora do filme.

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Elenco e Personagens

A construção dos personagens é, infelizmente, extremamente mal feita. Ademais, vale ressaltar que não há a desculpa da duração do filme, já que são duas horas e meia para desenvolver apenas três personagens. Entretanto, nenhum recebe uma construção bem feita. Um exemplo é o arco de Shelby (Anna Brewster), que é uma tentativa de construir uma relação de empatia com o público, porém não é bem desenvolvida, o que a torna mais uma perda de tempo no filme. Além disso, o filme perde tempo criando subtramas que não vão ter importância alguma. Em conclusão, nem os personagens nem os atores são carismáticos.

Direção e Fotografia de The Last Days of American Crimes

A direção é de um tipo extremamente usado em filmes de ação. Com uma câmera vacilante e uma montagem confusa, onde parece que, na produção, a equipe gravou trinta takes com ângulos e planos diferentes. Por fim, na pós-produção, o editor decide colocar quantos? Todos. Porém há um esforço da direção de impressionar o público e fazer o filme parecer mais do que é. Isso se dá usando, por exemplo, o plano holandês, quando a câmera é inclinada entre 25 a 45 graus, o que dá uma sensação de embriaguez ou uma alteração na realidade. No entanto, as outras cenas, principalmente de ação, desconstroem isso, já que o diretor usa cortes bruscos e planos que não ajudam em nada na hora do público se situar espacialmente.

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A fotografia é bem simples e usa muito na coloração o amarelo, que dá uma sensação de poluição, algo condizente com esse futuro distópico. Contudo não há nada mais além disso.

Cenografia e Figurinos

Sem dúvida, essa é a parte mais pobre do filme, já que, tanto cenários, quanto figurinos, são completamente descartáveis nesse tipo de filme. A única coisa que é possível contemplar são as roupas de Kevin (Michael Pitt), que são caras pois ele é de uma das famílias mais ricas do país, o que mostra, como em toda distopia, uma desigualdade social bem grande.

E você? O que achou do filme? Conta pra gente nos comentários. 

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