Juntando-se às outras séries espanholas do catálogo da Netflix, como La Casa de Papel e Elite, Toy Boy chega à plataforma com a mesma pegada investigativa. A série conta com uma temporada de 13 episódios de uma média de 1h de duração. Sua classificação indicativa é para maiores de 18 anos.

Sobre o enredo de Toy Boy

Toy Boy tem sua trama foca em Hugo (Jesús Mosquera), um stripper que foi acusado de assassinar o marido de sua amante, Macarena (Cristina Castaño). Após sair da prisão, o rapaz vai em busca de vingança e da verdade sobre o caso antes que, sob outro julgamento, ele tenha uma sentença final e passe o resto de sua vida na cadeia.

O tom narrativo da série lembra muito o de Elite, porém, sem o clima de ensino médio. Então, temos mistério, drama e intensidade, o que faz com que a atenção fique bem presa ao que está sendo apresentado. Porém um erro dos roteiristas, Juan Carlos Cueto e Rocío Martínez, foi criar algumas subtramas, que são trabalhadas de forma superficial e acabam por serem pontos soltos na história.

Elenco e personagens

O show conta com atores muito esforçados. Os papéis são bem interpretados, apesar de alguns deslizes, mas não é algo muito perceptível. O destaque, óbvio, vai para Jesús, que nunca tinha atuado antes e conseguiu trazer para a trama um Hugo envolvente e sedutor. Porém, também é preciso falar de Maria Pedraza, que deu vida à Marina em Elite e à Alison na La Casa de Papel. Já bem familiarizada com o estilo de narrativa da série, ela surpreendeu com uma personagem carismática e interessante, ao contrário de seus outros trabalhos. Maria interpreta Triana em Toy Boy, a advogada de Hugo.

Direção e fotografia de Toy Boy

A direção fica por conta de César Benítez, Juan Carlos Cueto e Rocío Martínez LlanoOs três profissionais conseguiram imprimir na série um tom de mistério e uma linha crescente de emoção que é muito importante para o envolvimento do público e isso é um enorme ponto positivo para ela.

Já a fotografia, não traz muitos elementos de estética artística como é facilmente visto em produções europeias. Ela se assemelha muito ao que é visto nos filmes e séries americanos e traz um certo conforto visual.

Cenografia e figurinos

Toy Boy conta um trabalho de cenografia muito interessante, por levar o público a espaços muito bem elaborados, como clubes, casas de festas, mas também trabalha com a realidade de locais frequentados por pessoas de baixa renda. Entretanto o figurino já traz elementos muito cotidianos, o que não acrescenta em muito na trama.

E então, o que você achou de Toy Boy? Conta para a gente nos comentários!


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